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Árbitros querem banir palavras como "Polvo", "Padre" ou "Apito Dourado"

2017-11-23

Redação Portal dos Dragðes

Foi nesta quara-feira que vários árbitros de futebol entregaram os pedidos de dispensa, dentro do prazo regulamentar de 20 dias, o que viabiliza a realização dos jogos na próxima jornada.

Conforme o comunicado da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) e pelos árbitros enviado à agência Lusa, a ausência das equipas de arbitragem será efetiva dentro do prazo regulamentar de 20 dias, desde que não se verifiquem várias condicionantes como "total ausência de insinuações da parte de clubes e agentes desportivos que coloquem em causa a honra e o bom nome dos árbitros".

Os árbitros exigem ainda que seja criado "um corpo regulamentar que reforce a punição de quem não cumpre as normas éticas e disciplinares a que estão obrigados todos os agentes, tal como sucede, por exemplo, na UEFA", considerando assim que defendem o Conselho de Arbitragem e o próprio futebol português, e que permite ainda à Liga de Clubes "tempo suficiente para agir, de forma ponderada, mas firme, na defesa das competições em que participam".

O comunicado conjunto assenta numa lista de quatro "pressupostos" que podem evitar "a ausência dos árbitros" e cujo primeiro ponto passa pela "total ausência de insinuações, da parte de clubes e agentes desportivos, que coloquem em causa a honra e o bom nome dos árbitros".

A descrição engloba "dirigentes, treinadores, jogadores e demais funcionários, os meios de comunicação próprios e aqueles que promovem nas redes sociais".

Num segundo ponto, os árbitros explicam que o período de 20 dias, "com total ausência de insinuações, deve abranger todas estas pessoas e meios", sendo que as insinuações passam por os árbitros serem acusados "de prejudicarem sempre o mesmo clube", além de referências "a qualquer ato não provado de corrupção" ou a utilização de expressões "como 'polvo', 'padre', 'diácono' ou 'apito dourado', entre outras" associadas aos juízes.

No terceiro pressuposto, são pedidas "reuniões da APAF e cinco árbitros com o presidente e direção da Liga, com o objetivo de definir e aprovar um corpo regulamentar que reforce a punição de quem não cumpre as normas éticas e disciplinares a que estão obrigados todos os agentes".

último ponto insta a que o novo corpo regulamentar seja "aprovado pela direção da Liga durante este prazo" e submetido à assembleia-geral do organismo até ao final do ano, "passando a vigorar assim que for regulamentarmente possível".

 

 

 

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