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Opinião no Portal dos Dragões
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A Supertaça é nossa! - 26-11-09 Na semana passada escrevi que estavamos em contagem descrescente para a Supertaça (uma prova que vem substituir a Taça da Liga) e volvido uma semana já posso dizer...a Supertaça é nossa! O primeiro adversário foi o ABC, uma equipa que tinha ambição de estar presente na final e vencer esta competição, no entanto imperou a lei do mais forte e o FC Porto venceu por 27-22, dando um passe decisivo rumo à final, ainda por cima vencendo por cinco golos de diferença, dificilmente o primeiro lugar iria escapar (isto falando se as equipas tivessem terminado com o mesmo número de pontos), num jogo onde praticamente dominou do primeiro ao último segundo, comprovando que aquela exibição em Braga não foi fruto do acaso e o ABC voltou a exibir-se uns furos abaixo (muito mérito para a nossa equipa) e o facto de ter desperdiçado quatro livres de sete metros até acabou por fazer a diferença e claro, o Bogas esteve muito longe do que pode render e somente o Hugo Figueira, Carlos Matos (regressou após lesão) e o Tiago Pereira é que foram dando a espaços muitos boa conta de si. Na primeira parte o FC Porto já vencia por 14-11 e essencialmente no segundo tempo foi gerindo o marcador e não permitiu qualquer aproximação do ABC no resultado, se bem que lutou sempre até ao último minuto e com algumas contrariedades pelo meio (expulsões do Jaime Barreiros e do Eduardo Ferreira), teve pela frente um Laurentino soberbo e que defendeu tudo e mais alguma coisa e sem dúvida o prémio de MVP no final deste jogo foi mais do que merecido. Destacar igualmente a excelente exibição do Tiago Rocha (além dos nove golos, esteve muito bem nas acções defensivas) e também do Wilson Davyes, que claramente rende mais como está a jogar na lateral, possuindo uma elevação fantástica e sem dúvida é um dos jogadores de campo em maior destaque na equipa até ao momento. Após uma boa vitória, o FC Porto no dia a seguir teve pela frente o Xico Andebol, que apesar de ter uma equipa bastante jovem tem dado muito bem conta de si e foi justa a sua presença nesta prova, sendo que foi uma das poucas equipas que derrotou até ao momento os dragões, sendo que na primeira parte assistimos a um jogo fraco em termos de qualidade técnica, com muitos erros de parte a parte, seja ao nível do remate (com mérito para o Laurentino e o Ivo Silva), bem como algumas falhas técnicas e por isso o equílibrio foi notado ao longo do primeiro tempo e o FC Porto no final dos primeiros 30 minutos ganha por apenas um golo (12-11). Na segunda parte, finalmente a equipa comandada por Obradovic surgiu no seu melhor nível, tanto na defesa como no ataque e em 30 minutos apenas permitiu seis golos ao Xico, que desta vez contou com um Rui Silva estranhamente apagado e mesmo o Nuno Silva apesar dos quatro golos e de ter sido o melhor marcador da equipa deixou algo a desejar e com isto o tempo foi passando e no final os campeões nacionais levaram a melhor por 25-17. Além da excelente exibição do habitual Laurentino (contabilizou 24 defesas e foi considerado novamente o melhor em campo), destacar as boas exibições do Dario Andrade (inclusivé foi o melhor marcador com seis golos) e ainda as boas exibições do Inácio Carmo, Wilson e do Mota e realçar a expulsão do Tiago Rocha, após uma entrada desnecessária sobre o José Rodrigues. Com estas duas vitórias a final já estava mais do que garantida e no dia seguinte tanto o ABC como o Xico Andebol iam praticamente cumprir calendário, contudo que vencesse ia ter direito a jogar na atribuição ao 3º e 4º lugar, sendo que o ABC foi mais feliz na parte final e venceu por 32-31, num excelente jogo de andebol e acima de tudo foi uma boa propaganda para a modalidade. O adversário para a final foi o Belenenses, que para chegar até ao jogo decisivo teve que derrotar o Benfica e o Madeira SAD e assim surgiu a turma do Restelo como último obstáculo para vencer esta prova e apesar do FC Porto ter goleado e de forma bem expressiva nos dois últimos confrontos entre ambos (para a taça e campeonato), sendo uma final seria de esperar outro equílibrio e emoção, até porque tudo se ia decidir neste jogo e todo o cuidado era pouco e assim o foi, no entanto o FC Porto entrou mais forte e rapidamente passou a dispor de uma margem segura no resultado (4/5 golos), com o Belenenses essencialmente a viver da inspiração do Elledy Semedo, um lateral esquerdo com muita qualidade e tem sido um dos destaques desta equipa esta época, mas era notório que a equipa tinha algumas dificuldades no ataque organizado e como tal tentava fazer do contra-ataque e ataque rápido as suas principais armas, mas curiosamente na primeira parte a equipa destacou-se mais na finalização aos nove metros, onde além do Elledy, teve a espaço o aparecimento do lateral direito Diogo Brasão (tal como o Bacalhau, são jogadores destros que actuam na direita) e claro sempre contando com o irrevente Nélson Pina, que é fortíssimo no contra-ataque. Apesar do FC Porto ter dominado grande parte do primeiro tempo, convém não esquecer que o Belenenses nos últimos minutos começou a mostrar outra presença e atitude ao jogo e mesmo no último segundo consegiu reduzir a diferença para apenas dois golos no final da primeira parte e tudo estava totalmente em aberto. Curiosamente na segunda parte, o Belenenses entrou melhor e rapidamente chegou ao empate na partida e com isto até fez o técnico portista colocar o Jerkovic na baliza após o Laurentino ter sofrido três golos de meia-distância de forma consecutiva. Este crescimento do Belenenses também se deveu e que maneira ao António Campos, que fez uma segunda parte fantástica e se este desafio foi para prolongamento, em parte foi das responsabilidade do guardião, que exibiu-se de forma quase brilhante. Nos últimos cinco minutos, o FC Porto esteve a vencer por 24-21 e apesar de cinco minutos ser muito tempo no andebol, a verdade é que se exigia outra serenidade e calma na abordagem aos lances e novamente o Tiago Rocha foi expulso (algo que já tinha acontecido no jogo anterior) e com isto veio dificultar a tarefa do FC Porto e aumentar os índices de confiança do adversário, que na entrada do último minuto empata o jogo e logo depois o Filipe Martins tem uma soberana oportunidade para o jogo terminar ali, contudo o Campos esteve enorme e fez uma excelente intervenção, permitindo a última posse de bola no tempo regulamentar para o Belenenses e para evitar males maiores e em sacríficio pela equipa, o central Filipe Mota (dos três jogos foi o menos conseguido) impede que a equipa contrária remate à baliza e assim foi sancionado com dois minutos, mas como era a terceira exclusão não pôde regressar mais ao campo. Estando o jogo empatado, esta final teve que ser decidida em prolongamento (cinco minutos para cada lado) e era vísivel um certo desgaste no Belenenses e apesar do FC Porto jogar esses dez minutos sem dois titulares habituais, penso que dificilmente ia perder, até porque é mais forte e felizmente assim se confirmou, vencendo então por 29-28, com o melhor em campo a ser atribuído ao António Campos, diga-se que foi merecido e acaba por ser um prémio para esta equipa, que deu muito trabalho ao FC Porto e dignificou e de que maneira esta final. Boas exibições do Laurentino, Wilson, Tiago Rocha (foi o melhor marcador da equipa nos três jogos efectuados) e do capitão Ricardo Moreira, que esteve sem dúvida muito bem e foi o elemento em maior destaque da equipa neste encontro. Ao vencer esta Supertaça o FC Porto ganhou desde logo o acesso à Taça Challenge na próxima época, no entanto caso fique apurado para outra prova europeia, o Belenenses substitui os dragões. Quanto ao campeonato, regressa no próximo fim de semana, com o FC Porto a receber o Sporting da Horta, num encontro a contar para a 13ªjornada e que opõe frente a frente o líder ao décimo classificado, sendo que até ao momento a equipa faialense soma apenas uma vitória fora do seu pavilhão e inclusivé no último jogo disputado recebeu e perdeu com o Águas Santas por 32-26, numa derrota pesada e a comprovar que o actual momento do Sporting da Horta não é melhor. No jogo da primeira volta, a turma açoriana levou a melhor sobre o FC Porto, vencendo na altura por 24-22, com o Milan Vucicevic a ser o goleador de serviço ao concretizar 13 golos (actualmente é o melhor marcador do campeonato), mas esta equipa não se destaca apenas o lateral direiro, uma vez que jogadores como o David Graça, Bruno Costa, Ace Jonovski ou Joel Rodrigues são igualmente mais valias, sendo que o Edgar Madureira ainda está a recuperar da lesão sofrida no início da época e sem dúvida o central tem sido uma baixa de peso na equipa. Será o reencontro da equipa com os seus adeptos fiéis após a conquista da Supertaça e certamente vão aproveitar esta oportunidade para mostrar o troféu conquistado, sendo que neste jogo é de esperar uma vitória do FC Porto, ainda para mais o Sporting da Horta fora de casa tem estado fraco e mesmo em termos exibicionais tem deixado um pouco a desejar. O jogo disputa-se no dia 30 de Janeiro, no Dragão Caixa, pelas 17h00. No basquetebol, o FC Porto somou o terceiro desaire da temporada, ao ser surpreendentemente derrotado em casa do Barreirense por 96-90, numa derrota que certamente não estava nos planos de ninguém e vem mostrar mais uma vez que existe muito trabalho pela frente e vitórias antecipadas não existe em lado nenhum e na semana passada já tinha tido o cuidado de referir precisamente isso, ou seja, o Barreirense em casa é um adversário que pode incomodar, onde conta com grande apoio nas bancadas (no Barreiro "respira-se" basquetebol") e inclusivé já venceu a Ovarense e por isso não seria surpresa que pudesse discutir o encontro com o FC Porto, contudo além de equilibrar, foram superiores na parte final... Neste jogo o espanhol Moncho López não pôde contar com o Jeremy Hunt, entrando para o seu lugar o capitão Nuno Marçal, enquanto o Barreirense tal como o FC Porto apostou em três portugueses no seu cinco (também só tinha dois americanos à disposição), num jogo onde os dragões começaram melhor e no final do primeiro período já venciam por 13 pontos de diferença (31-18) e apesar de faltar 30 minutos para se jogar e uma vantagens dessas não significar nada no basquetebol, a verdade é que foi mesmo isso e o Barreirense partiu para a recuperação e pôs em sentido o FC Porto e no final dos primeiros 20 minutos liderava "apenas" por três pontos e com isto a turma do Barreiro mostrou que estava para discutir o jogo, longe de estar decidido. Na segunda parte o Barreirense foi mais forte e já no terceiro período encontrava-se na frente, mas diga-se que o FC Porto no quarto período chegou a recuperar a desvantagem, mas com o passar do tempo a equipa da casa foi recuperando e não mais cedeu no marcador. Apesar de ter existido poucos lançamentos exteriores, a verdade é que o FC Porto ainda deixa um pouco a desejar nessa vertente, mas o problema neste jogo não esteve aí nem nos lançamentos livres (nesse aspecto o Barreirense ainda esteve pior), mas sim na falta de eficácia no jogo interior, uma vez que nesse ponto a equipa tem-se apresentado muito forte, no entanto desta vez não foi bem assim e os números falam bem por si e defensivamente é preocupante ter sofrido 96 pontos, quando anteriormente até as coisas estavam a correr muito bem. Por outro lado cada jogo é um jogo e agora não se vai colocar em causa o trabalho até ao momento desenvolvido e por isso quero acreditar e estou convicto que foi apenas um mero acidente de percurso e a equipa vai ultrapassar rapidamente este desaire, mas ao fim de onze jogos, certamente a equipa não contava contabilizar três derrotas e pelo menos duas delas eram perfeitamente evitáveis, mas também é verdade que do outro lado estará sempre uma equipa que vai lutar pelo mesmo objectivo e portanto se podemos acusar algum demérito, também existiu mérito dos adversários, contudo essas derrotas souberam sempre a pouco... Em termos de destaques individuais, o Carlos Andrade estatísticamente foi o jogador mais valioso com 20 pontos, 4 ressaltos,4 roubos de bola e 1 desarme de lançamento, não sendo suficiente para levar a melhor sobre este adversário, contando ainda com os bons números do Terrell, onde somou 14 pontos, 13 ressaltos (nove deles ofensivos!), 3 assistências, 2 roubos de bola e 2 desarmes de lançamento, contudo o americano contabilizou cinco faltas e foi excluído do encontro e que naturalmente veio fragilizar ainda mais o FC Porto, onde a nível praticamente o Rui Mota e o Jorge Coelho mostraram serviço (se bem que o Bessa em menos cinco minutos fez quase o mesmo do Figueiredo...), sendo que o João Soares regressou aos convocados da equipa sénior, contudo tanto ele como o José Almeira não foram utilizados. O Barreirense por seu turno, destacaram-se os americanos Todd Sowell e o Shane Clark (tal como o Terrell foi excluído por faltas) e ainda o jovem José Silva, um jogador que é preciso ter alguma atenção e aos 20 anos vem mostrando uma maturidade considerável e até já foi chamado para os trabalhos da selecção nacional e neste jogo foi o segundo melhor marcador da sua equipa com 19 pontos, sendo que o Clark com 25 pontos foi o melhor, se bem que o Sowell foi considerado o MVP da partida com 17 pontos e 15 ressaltos. Terminada a primeira volta, entre os dias 29 a 31 de Janeiro realiza-se em Lagoa a Taça Hugo Santos, uma prova com os mesmos moldes da extinta Taça da Liga, na qual apuram-se os oito primeiros classificados da primeira volta, onde incluí-se naturalmente o FC Porto, que ao fim de onze jogos ficou-se pela terceira posição, no entanto actualmente ocupa o quarto lugar, em virtude do Vitória de Guimarães ter mais um jogo realizado, contudo este desafio como diz respeito à segunda volta, não entra na contabilização em termos de apuramento para esta taça. Se o FC Porto no último jogo vem de uma derrota algo surpreendente diante do Barreirense, o conjunto vitoriano vem de uma vitória em Ílhavo sobre o Illiabum por 90-78, com enorme destaque para a excelente exibição do Rod Nealy (esteve somente a uma assistência de alcançar um triplo-duplo), numa equipa bem orientada e onde possui bons elementos, casos do Karlton Mims, Jaime Silva, Fernando Neves, Nealy e o Tommie Eddie. Referir que o Vitória de Guimarães contratou recentemente o luso-americano Calvin Jr., numa clara intenção de fortalecer o jogo interior e claro proporcionar outro tipo de rotatividade a outros elementos. Estas duas equipas já se defrontaram em duas ocasiões esta temporada, sendo que o saldo nesta altura é de uma vitória para lado e neste caso este jogo servirá para uma espécie de tira-teimas, sendo que o vencedor deste jogo vai defrontar o vencedor do encontro entre o Benfica e o Vagos. O jogo disputa-se no dia 29 de Janeiro, no Pavilhão Municipal da Lagoa, pelas 15h00. Passando para o hóquei em patins, o FC Porto voltou a jogar para o campeonato, recebendo e goleando o Gulpilhares por 9-0, numa vitória bastante expressiva, onde mais uma vez ficou bem evidente a superioridade da equipa portista em relação aos seus adversário, sendo que esta equipa do Gulpilhares tem vindo a realizar uma boa época até ao momento e ainda para mais o principal opositor ao título portista já tinha claudicado perante este adversário e apesar do FC Porto por norma apresentar-se muito forte no seu pavilhão, todo o cuidado era naturalmente pouco, no entanto os dragões acabaram por alcançar um triunfo considerável, apesar de ter existido alguma polémica neste jogo ao nível da arbitragem, contudo sem beliscar a vitória mais do que justa por parte dos octacampeões. O primeiro golo surgiu aos oito minutos, com o capitão Filipe Santos a marcar e a colocar na altura justiça no marcador, sendo que até ao final da primeira parte, o FC Porto só conseguiu marcar por uma ocasião, num golo apontado pelo Reinaldo Ventura, após a marcação de uma grande penalidade, que foi cometida sobre o Filipe Santos. Diga-se que o terceiro golo só aconteceu aos 11 minutos do segundo tempo e numa altura onde a equipa da casa estava reduzida a menos um elemento (azul ao Edo Bosh), tendo o jovem Nélson Filipe oportunidade para mostrar serviço, mostrando estar à altura ao defender uma grande penalidade marcada pelo Cândido Oliveira (mais conhecido como Carrais) e tal como sucedeu em outros jogos, apesar do FC Porto estar em inferioridade numérica, foi a equipa que conseguiu marcar e desta vez através do Pedro Moreira e a partir daí o rumo do encontro modificou-se por completo e praticamente o Gulpilhares "deixou de existir" e só deu FC Porto, que marcou seis golos nos últimos dez minutos de jogo, destacando-se o argentino Emanuel Garcia com três golos, Pedro Gil com dois e realçar a estreia do júnior Rafa esta temporada na equipa sénior, um jogador ainda júnior e que transferiu-se do OC Barcelos para o FC Porto e sem dúvida no futuro este elemento poderá ser muito falado. Na sua estreia não fez por menos e apontou o último golo da equipa, colocando então o resultado final em 9-0. É verdade que o resultado pode indicar ter existido facilidades, mas até a meio da segunda parte estava tudo em aberto e só a partir desse período é que o FC Porto foi ditalando o resultado e assim com esta vitória continua a ser líder isolado, jogando no próximo sábado em Torres Vedras frente ao Física. O Física é uma das equipas que regressou esta temporada à primeira divisão, encontrando-se nesta altura no quarto lugar, uma classificação que condiz com o nível exibicional e resultados demonstrados, sendo que este será o último encontro da primeira volta do campeonato. A equipa liderada pelo treinador/jogador Vítor Fortunato vem de uma vitória preciosa na Madeira diante do Porto Santo SAD por 3-2, com os golos da equipa visitante a serem apontados pelo Carlos Godinho, German Dates e o Carlos Garrancho (por norma é o único suplente a entrar no decorrer do jogo), um jogador que encontra-se em excelente forma e sem dúvida é um dos principais desequilibradores desta equipa, que conta ainda com a experiência e irreverência do Vítor Fortunado, German Dates e o Alan Fernandes. Por norma o cinco mais utilizado tem sido o Carlos Coelho na baliza, Fortunato e Godinho como defesas/medios, jogando no ataque o Dates e o Alan Fernandes, curiosamente dois jogadores vindos do Porto Santo SAD e juntamente com o Vítor Fortunato foram os únicos reforços desta equipa, sendo que o Fortunato assume uma dupla função no clube, onde aos 39 anos continua a exibir uma boa forma física, sendo um elemento que esteve vários anos no Benfica e depois na Oliveirense. A equipa do Física atravessa um bom momento e inclusivé recentemente bateu a Juventude de Viana em casa por 2-1, mas não acredito que o FC Porto possa deslizar nesta visita, contudo é de esperar uma boa réplica por parte do adversário e até ao momento das cinco derrotas que teve, a diferença no máximo chegou aos dois golos de diferença. Este jogo marca o fim da primeira volta, realizando-se no dia 30 de Janeiro pelas 18 horas em Torres Vedras. O treinador da semana será o sérvio Obradovic, um treinador que dividiu muitas opiniões na sua chegada, no entanto tem feito um trabalho muito bem conseguido até ao momento e merece destaque pela conquista da Supertaça. Tendo em conta os três jogos e respectiva regularidade em termos exibicionais, o jogador da semana no andebol será o Hugo Laurentino, ele que rubricou três exibições muito bem conseguidas (em especial nos dois primeiros jogos onde foi considerado MVP). No basquetebol, o meu destaque vai para o Julian Terrell, que somou números interessantes, claudicando apenas no número de faltas, contudo é justo referenciar que até à quinta falta estava a ser dos melhores da equipa. A figura da semana no hóquei em patins, vai para o Emanuel Garcia, um jogador que tem começado os jogos no banco e esta temporada tem tido outras dificuldades e por isso recebe o meu voto, se bem que outros elementos da equipa podiam muito bem ter recebido. Treinador da semana: Ljubomir Obradovic. Jogador da semana/andebol: Hugo Laurentino. Jogador da semana/basquetebol: Julian Terrell. Jogador da semana/hóquei em patins: Emanuel Garcia. |