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Opinião no Portal dos Dragões
[Todas as crónicas da secção de opinião]
Orgulho nesta equipa - 02-06-10 Orgulho! Penso que esta palavra adequa-se na perfeição ao abordar a participação no FC Porto na final six da Liga Europeia, na qual discutiu até ao último dia o apuramento para a final, sendo somente ultrapassado pelo Barcelona devido à diferença entre golos marcados e sofridos. Anteriormente já se sabia da dificuldade que ia ser esta prova e defrontar num espaço de dois dias o Barcelona (que é para muitos a melhor equipa do mundo) e o Valdagno que jogava em casa e já nos tinha derrotado por duas vezes na fase de grupos não era pêra doce e assim no primeiro jogo os dragões tiveram pelo frente o poderoso Barça, que veio com enormes ambições nesta Liga Europeia, algo que lhe fugiu de forma surpreendentemente no ano passado (foi derrotado pelo Reus que viria a vencer a competição), contudo o FC Porto teve uma prestação honrosa e a verdade é que o 4-4 soube a pouco, uma vez que tivemos possibilidades de vencer e claudicamos em pequenos pormenores, onde até costumamos ser fortes, sendo que logo no primeiro minuto os espanhóis adiantaram-se no marcador através do argentino David Paez, num bom movimento individual, culminando com uma stickada que surpreendeu o guardião Edo Bosh (realizou mais uma bela exibição) e fazendo então o primeiro golo quando ainda nada fazia prever. Logo de seguida o FC Porto tem à sua mercê uma grande penalidade, contudo o Pedro Gil não conseguiu transformar em golo, permitindo a defesa ao Egurrola. Depois destes primeiros dois minutos, as equipas baixaram a intensidade e claramente assistimos a um jogo mais táctico, com ambas as formações a estarem mais fechadas e a procurar somente atacar pela certa e foi com 1-0 que as equipas atingiram o intervalo, sendo que o Barcelona provavelmente foi um pouco melhor, no entanto não foi um domínio arrasador e não seria surpresa nenhuma caso tivessem ido para os balneário empatados. Na segunda parte o jogo mudou um pouco e mesmo tecnicamente falando a qualidade aumentou consideravelmente e aos seis minutos o avançado Jorge Silva (assinou um contrato de dois anos com o Candelária) faz o empate, correspondendo bem na zona central ao passe do Pedro Gil, batendo então o Egurrola. Na resposta o Barça volta a adiantar-se no marcador, com o Ordeig a marcar, aproveitando a excelente assistência do argentino Reinaldo García (um jogador que esteve vários anos no FC Porto) e praticamente o espanhol só teve que empurrar para o fundo da baliza. Volvidos três minutos novo golo para os catalães, desta feita apontado pelo Reinaldo García, na sequência de um livre directo (10ª falta), não dando qualquer possibilidade ao Edo Bosh. Um minuto depois é o FC Porto a ter possibilidade de marcar de livre directo (também por ser a 10ª falta), mas o Pedro Gil não conseguiu marcar e nestes jogos tão equilibrados e competitivos são oportunidades que não se podem desperdiçar, ainda para mais estamos a falar de um jogador com elevada eficácia nos livres directos. Aos 18 minutos (e com sete para se jogar...) o FC Porto reduz para 2-3, numa grande stickada no "meio da rua" do Pedro Gil, com uma diagonal feita da direita para o meio muito habitual no goleador espanhol e assim relançou a equipa portista no jogo e uns segundos depois o FC Porto faz aquilo que certamente muita gente não contava e chega ao 3-3, com o Reinaldo Ventura a não desperdiçar a grande penalidade. Contudo, os dragões cometem a 15ª falta e proporcionam ao Carlos López fazer o 4-3, batendo de livre directo o Nélson Filipe, que entrou naquele momento para a baliza para tentar defender o livre, só que infelizmente não conseguiu. Mas estes foram dois minutos "loucos" e não terminaria sem mais um golo e desta feita para o FC Porto, num tento apontado pelo capitão Filipe Santos, numa triangulação fabulosa, culminando em golo e assim o encontro terminou empatado a quatro bolas, que na teoria beneficiava exactamente o conjunto espanhol e a diferença esteve exactamente no aproveitar das oportunidades, onde o Barça conseguiu converter os dois livres directos que teve pela frente, enquanto o FC Porto apesar de ter convertido uma grande penalidade, desperdiçou outra e também um livre directo. No dia seguinte o adversário era o Valdagno. Em caso de derrota o FC Porto ficaria automaticamente fora da final e caso desse empate teria que ter uma conjuctura bastante favorável para sonhar em seguir em frente, portanto para haver reais possibilidades de rumar à final teria-se obrigatoriamente que vencer e este objectivo foi feito, com os enecampeões a vencerem por 4-2 e com isto adiar a questão do apuramento para o sábado, onde neste caso os italianos do Valdagno já estavam matematicamente sem hipóteses de alcançar a tão ambicionada final. O FC Porto em jogo jogado foi melhor quase desde o início, contudo os italianos tiveram sempre a mesma postura no terreno e na qual faz parte do seu modelo de jogo, isto é, dá iniciativa ao adversário e depois através de ataques rápidos ou contra-ataques aparecer com perigo e neste aspecto o argentino Nicolia é claramente o elemento mais dinamizador desta equipa, contando ainda com um Oviedo de grande nível (fez mais uma exibição do outro mundo...) e a experiência e agressividade do Dario Rigo, bem como do goleador Tataranni, que inaugurou o marcador aos 11 minutos, através de um bom remate e que até o Edo pareceu um pouco mal batido. Mas passados três minutos o FC Porto empata, graças a um golo marcado pelo Reinaldo Ventura, aproveitando um passe soberbo do André Azevedo, fez um golo de belo efeito e assim restabeleceu a igualdade no encontro. Pouco depois o FC Porto teve possibilidade de passar para a frente do resultado pela primeira vez, contudo o Pedro Gil voltou a falhar um livre directo. Quando o 1-1 parecia a ser o resultado no final dos primeiros 25 minutos e aproveitando a décima falta do FC Porto, o Valdagno faz o 2-1, com o Nicolia a não desperdiçar esta grande oportunidade e assim os italianos ao intervalo venciam por 2-1. Na segunda parte e logo nos primeiros minutos o Pedro Gil consegue obter o golo da igualdade, desviando muito bem a sctikada do Pedro Moreira e com isto aumentavam as esperanças na vitória, se bem que a equipa voltaria a não aproveitar um livre directo, desta feita com o Reinaldo a não conseguir converter em golo e na resposta o veterano Dario Rigo falhou uma grande penalidade. A cinco minutos do Fim nova grande oportunidade para a equipa da casa, com o Nicolia a não conseguir marcar de livre directo, opondo-se mais uma vez muito bem o guardião espanhol Edo Bosh, que foi novamente decisivo no desfecho do encontro e foi a dois minutos do fim que o FC Porto decidiu o encontro e a vitória, graças a dois golos apontados pelo argentino Emanuel Garcia, o primeiro através de um livre directo e o segundo correspondeu muito ao bem à assistência do Pedro Moreira fazendo então o 4-2 e com isto o Valdagno estava fora da final e só restava-lhe o orgulho no embate com o Barcelona, que caso vencesse por três golos seguia em frente e neste caso até venceu por oito golos, uma vez que levou a melhor por 11-3, defrontando na final o Vic e ganhou por 4-1, regressando então às conquistas europeias... Apesar de tudo foi uma enorme prestação do FC Porto e simplesmente não garantiu um lugar na final por pequenos detalhes que faltou no jogo inaugural com o Barcelona, contudo há que louvar o empenho, atitude e garra destes enormes jogadores, que discutiram nos dois jogos do primeiro ao último segundo o jogo e a verdade é que custa ser eliminado sem ser derrotado, mas a competição estava nestes moldes e por isso não havia nada a fazer. Após uma honrosa participação na final six na Liga Europeia, onde dignificou mais uma vez ao mais alto nível o nosso hóquei, o FC Porto defronta na quarta-feira em Gaia o Gulpilhares, em jogo a contar para a 25ª jornada do campeonato e que essencialmente vai servir para cumprir mais uma vez calendário para os dragões, uma vez que o título já está garantido a algum tempo, contudo para o Gulpilhares é um jogo importante, em virtude de ainda não ter garantido matematicamente a permanência, se bem que está praticamente assegurada. O Gulpilhares foi uma das sensações da primeira volta e durante algumas jornadas esteve nos primeiros lugares, no entanto com o decorrer do campeonato a equipa foi claudicando e nesta segunda volta tem deixado muito a desejar e nos últimos sete jogos somou um empate e seis derrotas, ocupando nesta altura a 11ª posição com 25 pontos, estando então com cinco pontos de avanço em relação ao Oeiras, que encontra-se em situação de descida. No jogo realizado no Dragão Caixa entre estas equipas, o FC Porto venceu confortavelmente por 9-0, com os golos da equipa portista a serem apontados pelo Emanuel Garcia (3), Pedro Gil (2), Filipe Santos, Pedro Moreira, Reinaldo Ventura e ainda pelo júnior Rafa. O jogo disputa-se no dia 02 de Junho, no Pavilhão Municipal de Gulpilhares, pelas 21h00. No sábado o FC Porto recebe o Física, num desafio a contar para a 26ª e última jornada do campeonato, realizando desta feita o último encontro oficial esta época, na qual sagrou-se pela nona vez consecutiva campeão, jogando então diante do Física, que ocupa a sexta posição. O Física foi uma das boas equipas neste campeonato e o sexto lugar alcançado (se bem que matematicamente é possível chegar ao quinto posto) é prova disso, fazendo um campeonato bastante tranquilo, sendo que em 25 jogos realizados, soma 13 vitórias, três empates e nove derrotas, contabilizando 42 pontos. Nesta altura o Física a nível de resultado tem estado muito bem, onde nos últimos oito jogos somou seis vitórias, um empate e uma derrota, o que diz bem do momento que atravessa, contudo no último jogo disputado para campeonato o Física empatou a duas bolas frente ao Porto Santo SAD, com os golos da equipa de Torres Vedras a serem apontados pelo Carlos Garrancho e Alan Fernandes. Estas equipas já se defrontaram por duas vezes esta temporada e curiosamente ambos os desafios realizados em Torres Vedras, primeiro para o campeonato onde os dragões venceram por 5-2, contudo para a Taça de Portugal o Física surpreendeu o FC Porto, vencendo por 5-4 e desta feita os azuis e brancos ficaram pelo caminho na prova. O jogo disputa-se no dia 05 de Junho, no Dragão Caixa, pelas 18h00. No andebol, os nossos guerreiros despediram-se do Caixa esta época ao vencer o Benfica por 37-31, em mais uma boa exibição dos dragões, onde contou com a boa réplica do adversário, mas a superioridade portista foi bem evidente, onde até assistimos a golo soberbos e do melhor que pode haver em andebol, o que diz da confiança que esta equipa atravessa, se bem que a primeira parte foi bastante equilibrada, contudo a equipa treinada pelo sérvio Obradovic foi demolidor no segundo tempo! Em termos de destaques, o Hugo Laurentino rubricou uma boa exibição, sendo que nos jogadores de campo o Ricardo Moreira mais uma vez esteve ao seu nível, contudo é de destacar as excelentes exibições do Tiago Rocha e ainda do Nuno Grilo. O pivot desde o início do encontro apresentou-se em grande, seja na defesa como no ataque, finalizando de todas as formas e feitios (até um golo de costas para a baliza marcou, bem como num remate a nove metros) e sem dúvida foi uma das figuras equipa ao longo do encontro, juntamente então com o lateral Nuno Grilo, que nesta fase final de temporada tem aparecido finalmente em bom plano, sendo inclusive um dos melhores marcadores da equipa neste jogo com seis golos e um deles até marcado com a mão esquerda. Efectivamente deu para tudo... No lado do Benfica, o Carlos Carneiro foi para não variar o elemento em maior foco na equipa, marcando 14 golos e foi claramente o jogador que mais desequilibrou na equipa, se bem que a espaços o Cláudio Pedroso e o guardião Ricardo Candeias estiveram bem. Foi o último encontro realizado no Dragão Caixa esta temporada, sendo que no campeonato teve apenas um empate (Sporting da Horta) e uma derrota (Xico Andebol), contabilizando nos restantes encontros uma vitória, o que diz da bem sobre a superioridade evidenciada praticamente desde o começo da temporada, onde as coisas nem sempre foram fáceis, contudo a equipa deu a volta por cima com grande mestria e garantidamente nesta altura ninguém tem dúvidas sobre o valor da nossa equipa e esperemos que na próxima época esse trabalho seja dada continuidade e acima de tudo que continue a evoluir para estarem cada vez mais fortes. No próximo sábado o FC Porto realiza o seu último jogo oficial esta época, deslocando-se ao Casal Vistoso para defrontar o Sporting, num jogo a contar para a segunda fase do campeonato, tendo já o FC Porto assegurado o título, enquanto o Sporting ocupa a sexta posição, contudo tem um jogo por realizar frente ao Belenenses na quarta-feira. O Sporting para o campeonato vem de uma derrota diante do Madeira SAD por 28-26, no entanto o último jogo disputado foi para as competições europeias, com a equipa leonina a vencer a Taça Challenge, batendo na segunda mão em Almada a equipa polaca do MMTS Kwindzyn por 27-26. Na primeira fase, o FC Porto conseguiu superiorizar-se ao Sporting nas duas vezes que se defrontaram, primeiro na jornada inaugural do campeonato no Dragão Caixa por 24-22 e depois no Casal Vistoso por 26-20, naquela que foi a primeira derrota caseira do adversário e logo por uma diferença bastante expressiva, sendo que nesta segunda fase e no jogo efectuado no Dragão Caixa nova vitória para os dragões, desta feita por 32-24, estando em destaque o guardião Dragan Jerkovic e o goleador Ricardo Moreira com oito golos. O jogo disputa-se no dia 05 de Junho, no Pavilhão Casal Vistoso, pelas 17h00 e conta com transmissão na RTP 2. Quanto ao basquetebol, iniciou-se a final da Liga e na qual o FC Porto iniciou com a "mão esquerda", uma vez que saiu derrotado nos dois jogos na Luz diante do Benfica, perdendo na sexta-feira por 73-63 e no domingo por 63-53, somando duas exibições que deixaram bastante a desejar, principalmente neste segundo encontro, onde esperava-se muito mais, até para apagar a má perfomance exibida no primeiro jogo e a verdade é que as coisas não correram pelo melhor. No primeiro jogo, o FC Porto até fez uma boa primeira parte, defensivamente esteve agressivo e o Benfica teve dificuldades no jogo interior, contudo a nossa equipa a nível ofensivo também não estava muito bem e a cometer diversos erros, seja ao nível do lançamento, bem como percas de bola, que podiam ser evitáveis, no entanto ao fim dos primeiros 20 minutos registava-se um empate a 26 pontos, o que naturalmente deixava tudo em aberto para os restantes dois períodos que faltavam por disputar. O terceiro período viria a ser decisivo para o desfecho deste jogo, com o Benfica a ser mais forte e a construir uma vantagem de oito pontos para os últimos dez minutos, gerindo então no quarto e último período essa vantagem, vencendo então por 73-63. A nível estatístico a diferença esteve essencialmente nos lances-livres, com o Benfica a dispor de várias possibilidades de concretização, sendo que os jogadores do FC Porto foram obrigados a recorrer muitas vezes à falta, principalmente nas entradas para o cesto do Ben Reed. No geral ninguém no FC Porto esteve em foco, contudo o Carlos Andrade foi considerado o elemento mais valioso da equipa com 12 pontos, 9 ressaltos e 2 assistências, se bem que no jogo exterior apresentou uma percentagem terrível (2/10), o que diz do seu desacerto no jogo exterior. O melhor marcador da equipa neste jogo foi o Gregory Stempin, que somou 15 pontos e 7 ressaltos. O MVP da partida foi o poste Willy Frisby, que contabilizou 17 pontos e 13 ressaltos (duplo-duplo), dominando a luta nas tabelas seja nos ressaltos defensivos como ofensivos e destacar igualmente a exibição do Heshimu Evans (15 pontos e 9 pontos). Dois dias depois as mesmas equipas voltaram a defrontar-se e infelizmente o desfecho foi exactamente o mesmo, com o Benfica a registar a segunda vitória nesta final, ao vencer então por 63-53, num jogo mais uma vez a nível técnico deixou bastante desejar e ganhou a equipa que errou menos, sendo que o FC Porto protagonizou provavelmente a exibição menos conseguida da temporada e somente no quarto período conseguiu dar um ar de sua graça, sendo que no primeiro período apontaram somente 6 pontos (como foi possível?) e mesmo no período seguinte as coisas não melhoraram muito e marcaram 11 pontos e o que vale é que do outro lado o Benfica em termos exibicionais estava fraquinho e também a cometer diversos erros e a verdade é que ao intervalo o resultado não era mau de todo para o FC Porto dada a exibição realizada (23-17) e apesar de tudo havia esperança que coisas pudessem melhorar no terceiro período, contudo o Benfica fez o seu melhor período (longe de ser brilhante...) e já vencia então por 13 pontos e tal como no jogo anterior, essencialmente controu os ritmos da partida na parte final do encontro, período na qual o FC Porto esteve bem ofensivamente (marcou 23 pontos), mas defensivamente voltou a falhar nos momentos chave e com isto possibilitou o Benfica voltar a levar a melhor e com isto adiantar-se na eliminatória por 2-0. No geral a equipa não rendeu seja em termos individuais ou colectivos, mas há que destacar as boas exibições do Stempin (15 pontos e 9 ressaltos) e do Terrell (13 pontos e 7 ressaltos), onde claramente foram dos elementos mais inconformados da equipa, enquanto no lado contrário o Heshimu foi a grande figura com 18 pontos e 8 ressaltos e também o Will Frisby com 10 pontos e 6 ressaltos, ele que lesionou-se no decorrer da partida e pode ter termina a época. Após dois desaires na deslocação ao Pavilhão da Luz, o FC Porto recebe o Benfica na próxima sexta-feira, naquele que será o terceiro jogo desta final e pela primeira vez no Dragão Caixa, sendo que será crucial uma vitória para os comandados de Moncho López, em virtude do adversário já estar a dois triunfos de voltar a ser campeão e com isto estes dois desafios ganham outras importância e na qual o FC Porto não poderá perder a oportunidade de relançar-se na eliminatória. Para este jogo o americano Will Frisby deverá ser baixa (uma vez que pareceu ser grave a sua lesão no último jogo), enquanto o Sérgio Ramos poderá regressar, encontrando-se nesta altura em dúvida. Quanto ao FC Porto, vencer é a palavra de ordem e desta feita rectificar as duas derrotas obtidas nos dois primeiros jogos, on de a equipa rubricou duas exibições muito abaixo do seu verdadeiro nível. O jogo disputa-se no dia 04 de Junho, no Dragão Caixa, pelas 21h30 e conta com transmissão na Sport TV 2. Quanto às figuras da semana, o treinador será o Franklim Pais por tudo e mais alguma coisa. Para ser perfeito só faltou mesmo apurar-se para a final, contudo merece e de que maneira esta distinção. No andebol podia ser o Hugo Laurentino, Tiago Rocha ou mesmo o Ricardo Moreira, mas desta feita a escolha recai no Nuno Grilo, que foi fundamental na segunda parte e na qual o FC Porto foi dilatando a vantagem e até por ser um jogador que tem tido dificuldades em impor-se é o jogador da semana. Passando para o basquetebol, para não variar e tendo em conta os dois jogos o jogador da semana é mais uma vez o Gregory Stempin. Não há volta a dar...é o nosso MVP e ponto final. O hóquei em patins, a figura será o Edo Bosch. Exceptuando no primeiro golo diante do Valdagno, no restante exibiu-se a um nível fantástico e além de ter sido muito importante no empate com o Barcelona, aquela grande penalidade e livre directo defendidos nos últimos instantes da partida frente ao Valdagno revelaram-se determinantes no triunfo. Treinador da semana: Franklim Pais. Jogador da semana/andebol: Nuno Grilo. Jogador da semana/basquetebol: Gregory Stempin. Jogador da semana/hóquei em patins: Edo Bosch. |