Esquece isso das substituições, ou das soluções ofensivas ou não. É uma decisão puramente estratégica, que é aceitável ou não.Depois do nosso golo, o Lumiar fez 3 substituições. Todas balanceadas para o ataque.
O Porto depois do golo só pode fazer 1 substituição, forçada (a 3ª no jogo), e ainda por cima entra quem depois viria a cometer falta para penalti.
Um dos extremos era o Mora que não é rápido e que é incapaz de dar o mesmo, defensivamente, que o Sainz.
O outro era o Pepê que já estava com os gofes de fora.
O Gul entrou ao intervalo, por lesão do Samu.
Ou seja não tinhamos caracteristicas nem frescura para procurar o contra-ataque.
É normal o Lumiar ter vindo para cima de nós, no desespero, e é normal termos dificuldades a sair nestas condições.
Não jogamos sozinhos.
Um treinador pode ou não dizer a uma equipa, a um jogador ou certos jogadores para se posicionarem em certas linhas de terreno, agora quando a indicação é colocar a equipa numa caixa defensiva nos últimos 30 metros e quando se tem a bola para simplesmente chutar para a frente, isto é esperar só e simplesmente em não sofrer um golo. Mas em 20/25 minutos, como foi ontem, acho que muitos estávamos a dizer que aquilo iria dar merda. Mesmo que a merda tenha vindo de um erro individual, claro.
Ninguém é bruxo, mas o normal nestes casos é que haja uma oportunidade aqui ou ali para matar o jogo. Isso não aconteceu ontem porque o FC Porto optou por nem isso procurar.

