Perdoa-me, mister Farioli. Nunca mais te criticarei. Não tens qualquer hipótese de lutar de forma limpa por este título. Já muito fizeste tu ao ganhares estes pontos de avanço contra o polvo verde e vermelho.
Vê os histórico do porto no nacional e vê se é um campo difícilSe "falares" de outra maneira nao tenho problema em responder.
o teu primeiro paragrafo pode fazer um resumo exato do nosso jogo nos últimos 4 meses.Primeiros 20 minutos em que andamos a ver jogar depois fomos subindo aos poucos na primeira parte. A equipa entra com uma configuração diferente na pressão na segunda parte e começa a ganhar mais bolas e a sufocar o Nacional. Aparece a bola parada a resolver
Ainda só vi até aos 63 minutos mas imagino que o resto do jogo tenha sido o controlo do costume sem bola que até hoje só correu mal uma vez porque o nosso LE não sabe que não pode abordar um cruzamento de braços abertos
Espero ver o Oskar a titular daqui a 1 semana
Destes 7 jogos de 2026 (em 9) em que só marcámos um golo, um foi de penalty, dois de canto e outro com uma oferta enorme do redes adversário. A falta de capacidade entra pelos olhos a dentro e devia estar a fazer soar todas as campainhas.Farioli, tem que atacar o problema.
Ate agora, só vimos sempre a tentar a mesma coisa vezes sem conta..
A equipa tem mais opções, é preciso planos de jogo diferentes, outras dinâmicas.
E quanto aos jogadores, porque temos tantis jogafores em baixa de forma??
Incrível como os portistas comem tudo o que a CS lhes dá de comer.O Porto é parecido com o SLB de Tratatoni?
Então o Sporting é parecido com o Como de Itália. Ganhou pontos nos últimos 6 jogos depois dos 80 minutos, 5 doas quais depois dos 90 e tal
Para não falar do SLB, que com os pontos que perde deve ser parecido com o Tirsense do Prof Neca.
A propaganda só faz efeito se a paparmos acriticamente...
mAs Mas IsSo NãO é EspiRiTo À PoRToGanhámos, mas é mais uma vez inegável que o futebol apresentado tem sido pouco entusiasmante. Ainda assim, convém olhar para o contexto antes de cair em críticas fáceis. Grande parte desta quebra exibicional explica se não só pela quantidade, mas também pela natureza das lesões. Estamos sem o Martim a DD, o Nehuén a DC, o Kiwior a DC ou DE, o Francisco Moura a DE, e o Luuk de Jong e o Samu a PL. Não é apenas o número que pesa, é também o facto de muitas dessas ausências incidirem nas mesmas posições, o que obrigou o Farioli a recorrer a jogadores que, em condições normais, seriam terceiras opções. Casos do Gül a PL ou do Zaidu a DE.
A isto soma-se outro fator essencial, já imensamente discutido. Esta é uma equipa nova, com um treinador novo, construída no verão passado, onde mais de metade do plantel actual chegou desde julho. É perfeitamente normal que, sendo ainda uma equipa em construção e sem rotinas plenamente consolidadas, as lesões tenham um impacto ainda maior no rendimento. Quando somos forçados a uma reconstrução constante em plena competição, qualquer tentativa de evolução sustentada torna se muito mais difícil. Nesse enquadramento, conseguir manter estabilidade competitiva, especialmente depois de duas jornadas sem vencer e num campo difícil, era o mínimo exigível e foi conseguido. Até ao final da época, a realidade será esta, vamos ter de saber viver com um futebol menos atrativo, concentrando esforços no que a equipa tem mostrado ter de melhor neste momento, a consistência defensiva.
Há aqui um ponto importante. Cobrar mais ao ataque não pode ser o mesmo que cobrar demasiado. Exigir produção ofensiva muito acima do actual, sem as peças chave, ao ponto de desmontar o equilíbrio defensivo, seria um erro grave. A aposta, muitas vezes pedida, de ter o Gabri e o Mora ao mesmo tempo para desbloquear o jogo ofensivo enquadra se precisamente nesta discussão. Já vimos no passado recente onde isso leva, resultados terríveis e perda de confiança coletiva. Neste momento, pragmatismo não é falta de ambição, é inteligência competitiva. Quando o plantel estiver mais completo e as dinâmicas mais trabalhadas, aí sim fará sentido exigir outro tipo de futebol. Até lá, o foco tem de ser ganhar, competir e proteger a base da equipa.
Pão d'avó é top, jovem. E bem caro para a média de preço dos pães individuais.Volto a repetir uma história que contei aqui ou no tópico silly season.
No Verão passado aquando a contratação do nosso mister tive a oportunidade de falar com um amigo que era adepto do Ajax sobre o Farioli e sobre o Taylor que na altura estavamos a pensar em comprar.
O que ele me disse na altura é que estava agradecido ao mister de ter conseguido elevar o Ajax de uma época miserável para a luta pelo título e que mesmo com o pesadelo que se passou na recta final ficou triste de ele se ir embora. O que me contou é que a direcção do Ajax encostou o mister contra a parede e disse-lhe que na época seguinte seria obrigatório ele começar a tentar colocar uma táctica mais ofensiva ao qual o Farioli alegadamente respondeu "a equipa ainda não está preparada". O resto é história, o Ajax em vez de estar a lutar pelo título está a mais de 10 pontos do líder PSV e o Porto com mil e um defeitos no processo ofensivo está na frente com uma defesa de betão.
Aconteça o que acontecer temos que dar mérito ao mister e acreditar que quando não há pão-de-ló tem que se comer pão d'avó. Não tenho dúvida nenhuma que o André está ciente disto e que não vai cometer o mesmo erro do que o clube do regime lá da Holanda.
Não resisti à rima fácilPão d'avó é top, jovem. E bem caro para a média de preço dos pães individuais.