Última atividade de Hangyodon

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    Estádio do Dragão
    Segunda-feira, 20:45h, FC Porto - Vitoria, 48345
    Domingo, 18:00h, FC Porto - Casa Pia, 49045
    Sábado, 18:00h, FC Porto - Nacional, 47285
    Quinta-feira, 20:00h, FC Porto - Estrela Vermelha, 42812
    Domingo, 21:15h, FC Porto - vermelhos, 49520
    Domingo, 20:30h, FC Porto - Braga, 48473
    Sábado, 20:15h, FC Porto - Sintrense, 31751
    Quinta-feira, 17:45h, FC Porto - Nice, 37254
    Domingo, 20:30h, FC Porto - Estoril, 45092
    Quinta-feira, 20:15h, FC Porto - Vitoria, 33875
    Quinta-feira, 20:00h, FC Porto - Malmo, 33364
    Segunda-feira, 20:45h, FC Porto - Estrela, 31247
    Quinta-feira, 20:45h, FC Porto - Famalicão não existe nº oficial
    Segunda-feira, 20:15h, FC Porto - AVS, 48097
    Segunda-feira, 20:45h, FC Porto - vermelhos, 47374
    Segunda-feira, 20:15h, FC Porto - Gil Vicente, 34273

    Até ao jogo do Sintrense vínhamos de casas muito boas. O clima convidava e os emigrantes ajudavam à festa em agosto e setembro. O tempo começa a arrefecer, vem a chuva e é ver as assistências a cair, apenas três jogos acima dos 40 mil.

    Enquanto há calor e bom tempo, aparecem todos. Quando chega o frio e o calendário aperta, como em dezembro, é ver quem escolhe o melhor jogo para ir. O preço nunca foi o problema, o problema é a falta de compromisso de muitos sócios para com o clube.
    16 jogos.
    Apenas dois jogos ao sábado.
    Apenas três jogos antes das 20h.

    A entrada na Champions é importante até por isto.
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    #Futebol Francesco Farioli - Treinador
    Desde agosto que temos mostrado uma evolução defensiva impressionante, sofrendo muito poucos golos, algo que tem sido um fator essencial nos resultados positivos que temos conseguido de forma consistente. No entanto, ofensivamente, não há muitas dúvidas de que a equipa parece por vezes algo bloqueada, tendo as vitórias mais recentes sido conquistadas muitas vezes pela margem mínima. Naturalmente, isto tem gerado alguma impaciência entre muita gente, que gostaria de ver a mesma evolução no ataque que já existe na defesa.

    No entanto, é importante contextualizar este fenómeno de forma lógica. O último verão trouxe mudanças significativas: a chegada do Farioli e muitas contratações feitas já com ele no cargo, sendo que a maioria desses reforços teve um perfil claramente defensivo, com o equilíbrio da equipa a ser o foco principal. Os centrais, o Alberto, o Rosario e o Froholdt. O próprio Borja, a única contratação assumidamente ofensiva com minutos relevantes esta temporada, tem um perfil em que se destaca a abnegação defensiva, tornando evidente a preocupação em não descurar esse aspeto em nenhum dos jogadores contratados. Esta abordagem ao mercado teve também outro efeito positivo: permitiu não descartar alguns dos nossos jogadores mais valiosos, talentosos, com mais potencial de venda ou com maior mercado, jogadores esses maioritariamente ofensivos (Samu, Mora, William, Gabri) numa fase em que o seu valor estava em baixo, ou pelo menos aquém do potencial. Ao optar por mantê-los, o clube comprometeu-se indirectamente a vendê-los em alta e a não deixar muitos milhões “em cima da mesa”, algo que muito provavelmente teria acontecido se essas vendas tivessem sido feitas no verão passado.

    Naturalmente, por ter sido essa a prioridade declarada da gestão e também a área que recebeu maior investimento em termos de reforços, a componente que mais evoluiu nos últimos meses foi a defensiva. A evolução ofensiva, por outro lado, ficou mais condicionada, pois para além de ainda estarmos a consolidar verdadeiramente o sistema defensivo implementado pelo Farioli, faltam porventura jogadores com características específicas que permitam ao estilo ofensivo evoluir para outro nível. Jogadores esses cuja contratação, tendo em conta a estratégia seguida no último verão, parece ter ficado reservada para o final da temporada. Para isso, os bons resultados desta época são fulcrais. A valorização dos jogadores através de uma temporada positiva aumenta o poder financeiro do clube para reforços na próxima época, permitindo então investir em soluções ofensivas de maior qualidade, capazes de desbloquear o jogo de outras formas e gerar uma evolução semelhante à que vimos na defesa.

    Do ponto de vista estratégico, faz todo o sentido que a evolução defensiva seja consolidada primeiro. Uma base defensiva sólida permite que, no futuro, os movimentos ofensivos sejam mais seguros e eficientes, porque os jogadores sabem que o equilíbrio da equipa está assegurado atrás. Assim, o que parece ser um “bloqueio ofensivo” não é necessariamente uma limitação estrutural, mas sim uma questão de perspetiva e de prioridades do treinador e da gestão do clube. É natural que os adeptos queiram ver resultados imediatos em todas as áreas, mas a consolidação de um modelo defensivo e a seleção de jogadores adequados para o estilo ofensivo são processos que exigem tempo. A paciência que é preciso ter nesta fase, em termos de não estarmos a pedir a uma equipa "nova" que evolua drasticamente em TODAS as facetas do jogo em apenas 6 ou 7 meses, é, na verdade, um investimento estratégico: com tempo, quando se reunirem melhores condições para a evolução ofensiva começar a acompanhar a defensiva, teremos uma equipa ainda mais equilibrada e competitiva.
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    Hangyodon reagiu à mensagem de Regod no tópico Oskar Pietuszewski com Like Like.
    Ele tem 50 jogos senior com jogos competição europeia Maturidade diferente
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    Oskar Pietuszewski
    Primeiro, nunca disse mandar pra B. Disse fazer jogos na B ok. E segundo claro que ele tem de treinar exclusivamente na A óbvio
    A sério?

    Ele do lado esquerdo e Miranda do lado direito na B era o melhor neste momento. Isso de custar 10 milhões não pode ir pra B é ridículo. É um adolescente. Devia andar a beira do Miranda, Mide e outros talentosos.
    O que escreveste na tua mensagem original não bate com a tua tentativa de recuo agora. Quando dizes que “isso de custar 10 milhões não pode ir para B é ridículo” e “devia andar à beira do Miranda, Mide e outros talentosos”, estás explicitamente a assumir a equipa B como contexto competitivo. Não há como interpretar isso de outra forma. Agora vir dizer que “nunca disse mandar para a B, só fazer jogos na B” é uma contradição óbvia. É um recuo a posteriori para tentar sair por cima, mas não muda o que estava escrito nem anula o facto de teres ignorado completamente os pontos centrais: o percurso sénior do Oskar, o patamar competitivo adequado, a coerência no desenvolvimento e a maturação real do jogador. Focas-te numa nuance semântica e ignoras tudo o resto só para fugir ao essencial. O argumento técnico continua: o Oskar já está preparado para competir e evoluir no nível mais alto, e a ideia de reduzir o patamar competitivo não faz nenhum sentido.

    Da minha parte, a conversa termina aqui. A contradição é clara e não vale a pena prolongar isto com recuos ou interpretações forçadas. Pelo que escreveste, e pelo que respondeste, parece que não pensaste minimamente no que sentiste antes de o publicar, e se queres ser levado a sério convém que apresentes mais fundamentos para sustentar o que afirmas do que frases soltas ou convicções superficiais.
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    Oskar Pietuszewski
    Aqui e ali pode começar de inicio sim.
    Se tudo correr normalmente, e por “normalmente” entenda-se não haver lesões, castigos e conseguirmos ficar nos oito primeiros da Liga Europa, imagino que será titular frente ao Rio Ave ou frente ao Arouca.
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    Reações: Roma
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    Hangyodon reagiu à mensagem de Roma no tópico Oskar Pietuszewski com Like Like.
    Tudo dito. Não é difícil de perceber.
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    Oskar Pietuszewski
    A ideia de que o Oskar devia ir para a equipa B não é uma opinião alternativa é um erro de leitura sobre desenvolvimento de jogadores contexto competitivo e gestão de talento de elite. O Oskar não é um miúdo acabado de sair dos juvenis. Chegou ao Porto depois de já ter sido jogador regular numa equipa principal numa liga profissional, com jogos a sério, pressão real, adversários adultos, impacto objetivo, minutos consistentes, desequilíbrio e tomada de decisão em contexto sénior. Isso coloca-o num patamar de maturação completamente diferente de um jogador que ainda está a dar os primeiros passos fora da formação por mais talento que tenha.

    Mandar um jogador destes para a equipa B não o protege nem o ajuda a crescer. Pelo contrário baixa o nível de estímulo competitivo. Um extremo técnico como o Oskar evolui mais a treinar todos os dias com jogadores de topo a ser exposto a ritmos mais altos a exigência tática superior e a decisões tomadas sob pressão máxima mesmo que isso implique poucos minutos de jogo, como ontem. Quanto aos jogos que fez até agora o contexto importa. No primeiro jogo entra e ganha um penalty decisivo num jogo dificílimo resolvido por um detalhe. No segundo entra a 15 minutos do fim com 3 0 no marcador num temporal onde qualquer jogador técnico sofre mais ainda um adolescente em processo de integração. Julgar um jogador por isso é simplesmente desonesto do ponto de vista futebolístico.

    Compará-lo com o Miranda ou o Mide também não sustenta a conclusão. São talentos interessantes sim, mas estão numa fase diferente do percurso. O Oskar já passou pela etapa que eles ainda estão a percorrer. Isso não os diminui nem o engrandece artificialmente mas torna absurda a ideia de os meter todos no mesmo saco competitivo. Isto não é sobre desvalorizar a equipa B nem sobre pressa. É sobre coerência. Um jogador que já provou que consegue competir ao nível sénior deve continuar a ser exposto ao nível sénior com gestão de minutos adaptação progressiva e exigência diária máxima. É assim que se desenvolve talento real e é por isso que a ideia de o mandar para a B não é prudente nem equilibrada. É simplesmente um retrocesso.
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    Europa League 25/26; League Phase; 7ªJ: FC Viktoria Plzen vs FC Porto 1-1
    Pelo contrário. Tem é de marcar outro o mais depressa possível.
    É assim que se resolve o problema e se ganha um jogador.
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    Oskar Pietuszewski
    Ele do lado esquerdo e Miranda do lado direito na B era o melhor neste momento. Isso de custar 10 milhões não pode ir pra B é ridículo. É um adolescente. Devia andar a beira do Miranda, Mide e outros talentosos.
    Que alucinação!
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    Liga Portugal Betclic, 19ªJ: FC Porto vs Gil Vicente FC 3-0
    Não gosto nada desta ideia do Kiwior a defesa esquerdo. É o melhor CENTRAL do campeonato e tem ainda uma grande margem de progressão nessa posição! Se o Moura entrou no último jogo (e entrou muito bem) é porque está bem fisicamente, tinha de jogar neste jogo. Não gosto nada disto!
    Estamos a perder o Kiwior da mesma maneira que perdemos o Militão
    Ao contrário de Conceição, que colocava o Militão à direita independentemente do adversário apenas porque tinha de meter o Pepe no onze, esta escolha de Farioli está relacionada com a expectativa de maior pressão por parte do Gil. A dupla polaca regressa na quinta-feira, com o Moura na esquerda.
  • Hangyodon
    Liga Portugal Betclic 2025/2026
    O que lhe escapou ao controlo foi 17 pontos poderem não chegar


    Antes do jogo com o Malmö ele estava convencido que 16 iam chegar. Basta ouvir as declarações dele
    O ano passado bastaram 14 pontos e +6 em golos para o Rangers ficar em 8o.
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    Reações: jcmp17
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    Este gajo chama anta ao treinador do Porto e ainda não foi banido porquê?
  • Hangyodon
    Europa League 25/26; League Phase; 7ªJ: FC Viktoria Plzen vs FC Porto 1-1
    Há um momento em que o problema deixa de ser o resultado.
    E passa a ser o caminho.
    O empate de hoje não me irrita pelo ponto perdido. Irrita-me porque foi igual - para pior - aos últimos jogos. Um Porto sem sal. Estático. Previsível. Sempre à espera da “estrelinha” Mesmo em superioridade numérica, sem coragem para ir buscar a vitória. E quando isto se repete, já não estamos a falar de um jogo. Estamos a falar de identidade.
    Eu não gosto de apontar o dedo por impulso. Nunca gostei, por isso, raramente escrevo depois dos jogos. Mas chega a uma altura em que é impossível ignorar: este Porto é prisioneiro da sua própria ideia de jogo. E isso é responsabilidade direta do treinador.
    Farioli pode ter uma boa matriz. Pode ter princípios modernos. Pode ter uma ideia estruturada. E, sinceramente, parece-me uma boa pessoa. Nada disso está em causa, e tudo é valido.
    Mas há uma verdade simples no futebol, talvez a mais antiga de todas: Uma táctica, por muito boa que seja, com jogadores errados transforma-se numa má táctica.
    E é exatamente isso que eu estou a ver.
    Temos um avançado com características raras no futebol europeu. Potência, presença, capacidade de choque, jogo de costas. Um jogador que pede bola na área, que pede cruzamentos, que pede profundidade curta e direta.
    E obrigamo-lo a vir ao meio-campo fazer de pivô móvel. A participar em ligações longas. A pedir-lhe leveza, rapidez de execução e discernimento em espaços congestionados, precisamente onde o seu perfil não é otimizado.
    O resultado?
    Um avançado desgastado, longe da zona onde é letal.
    Uma equipa sem referência na área.
    E com isso sócios emotivos a olhar para números frios, sem perceber o que está a ser queimado ali.
    Ao mesmo tempo, temos alas com capacidade de ir à linha, de ganhar profundidade, de meter bolas tensas na área, para esse mesmo avançado poder fazer uso das suas capacidades naturais… mas parecem proibidos de o fazer. Tudo é interiorizado. Tudo é jogado para dentro. Tudo é previsível. E assim anulamos, ao mesmo tempo, quem cruza… e quem devia finalizar.
    Isto não é culpa dos jogadores.
    Isto é uma ideia que não casa com o material humano disponível.
    E aqui entra a parte mais delicada, mas necessária. Se o treinador acredita tanto nesta ideia que se recusa a adaptá-la aos jogadores que tem, então precisa de ter coragem para tomar decisões duras.
    Ou muda o papel do avançado. Ou muda o perfil.
    Se entende que Samu não encaixa no que pretende, e todos vimos que não, então que o coloque no banco. E que aposte num avançado mais móvel, como Deniz, que entrou hoje e, mesmo sem olhar apenas para o golo, deu outra dinâmica à equipa.
    E se não vê Deniz como solução inicial, existem ainda outras possibilidades dentro do plantel. William ou Pepê podem perfeitamente interpretar um 9 móvel, com Moura a aparecer como segundo avançado. São variações que exploram melhor as características disponíveis e este estilo de jogo de “beirada de prato”.
    O que não pode acontecer é insistir numa fórmula que está a retirar confiança coletiva à equipa.
    Pior ainda: mesmo quando estamos a perder, mesmo quando temos mais um jogador, as substituições são sempre posição por posição. Não há plano B. Não há variação estrutural. Não há risco. Não há surpresa. PUT@ QUE P@RIU é um futebol chato para C@R@LH@
    No início da época, aceitava-se: equipa nova, treinador novo, rigidez para criar base.
    Mas esta fase já passou. E continuar igual agora já não é construção, é teimosia!
    E a teimosia, no futebol, cobra sempre juros, juros esses que, nesta fase de restruturação do clube, nós não temos como pagar.
    Já tivemos a dose de estrelinhas que o futebol por vezes oferece. Um ressalto aqui. Um golo caído do céu ali. Mas a sorte não é plano estratégico.
    Se formos inteligentes, ajustamos agora, enquanto ainda estamos a tempo.
    Se insistirmos no mesmo, a realidade vai bater à porta. E depois não adianta procurar culpados externos.
    Porque identidade portista não é só raça. É também saber ler o momento. Adaptar. Ajustar. Crescer.
    E hoje, mais do que nunca, é isso que está em falta.
    BOF_Abraços
    Ricardo Amorim
    Compreendo o sentimento e até o partilho em parte.

    No entanto, há aqui uma gritante falta de paciência. É evidente que não temos os jogadores ideais para esta ideia de jogo. Em algumas posições temos soluções, noutras nem por isso: um Varela pouco físico, um Pepê destro que rende melhor do lado direito e sem golo, um Samu pouco associativo… Perfis que, se o Farioli pudesse escolher, certamente seriam outros. Mas, até certo ponto, temos de trabalhar com o que temos.

    O plantel passou por uma reformulação significativa e ainda há um caminho a percorrer. No verão passado, identificámos quem era necessário vender e quem não podia sair por valores baixos, conscientes do investimento que estaríamos a abdicar. Apostámos numa ideia, confiámos no treinador e nos jogadores para se adaptarem — e, até agora, os resultados não têm sido apenas aceitáveis ou mesmo bons, têm sido MUITO bons. Por isso, é preciso ter calma e evitar dramatizar. É verdade que as coisas podem correr menos bem no futuro, mas isso será consequência natural do imenso sucesso que temos tido até aqui e do quão difícil será igualar a primeira volta histórica que acabamos de fazer. Não devemos desvalorizar o trabalho feito por um empate ou uma derrota; pelo contrár o, devemos valorizá-lo e acreditar que há suficientes bases sólidas para estabilizar a equipa num nível de competência satisfatório pois é isso que nos tem sido mostrado.

    Quanto aos jogadores, os problemas estão bem identificados, mas não vivemos num mundo cor-de-rosa. Não podemos simplesmente abdicar do Samu. Mesmo que seja do interesse do clube mudar o perfil do plantel e facilitar uma venda, arriscar desvalorizá-lo ao ponto de comprometer futuras contratações de jogadores mais adequados não faz sentido. Queremos terminar o ano competitivos, com títulos, jogadores valorizados e numa posição ótima para continuar a reestruturação do plantel, maximizando o retorno desportivo e financeiro. Até lá, estas são as peças do nosso puzzle, e não podemos descartá-las sem refletir nas consequências. Algumas podem não ser ideais, mas são suficientes para alcançarmos os objetivos que nos propusemos.
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    Victor Froholdt
    Jogo do aves

    Pior foi ele e amis algum que poderia descansar jogarem para a taca contra aquleas equipas da 3 divisao onde nao so poderia dar descanso mas rodar outros para terem minutos
    Apesar da uma elevada sequência de jogos poder deixar o corpo dele um pouco mais vulnerável, o caráter traumático desta lesão impede que ela seja associada de forma direta à sobrecarga competitiva. O desgaste acumulado está normalmente ligado a lesões de aparecimento gradual, como problemas musculares ou inflamações, que surgem sem um momento específico claramente identificável. Neste caso, existe um episódio concreto que desencadeia a lesão, o que a enquadra numa lógica completamente diferente. É verdade que um jogador com os minutos do Froholdt pode estar menos protegido do ponto de vista físico e reagir pior a um choque, a uma queda ou a um movimento forçado. Mas também temos de ter em conta a idade dele e a sua evidente predisposição para um rendimento físico elevado. Está longe de ser um perfil que sinta de forma acentuada a acumulação de minutos, sobretudo quando comparado com jogadores mais frágeis do ponto de vista físico ou em fases mais avançadas da carreira. Tudo isto, para mim, não transforma uma lesão traumática numa consequência direta do número de jogos realizados. No máximo, pode ser um fator de contexto, nunca a causa principal.
  • Hangyodon
    Victor Froholdt

    Ele vai meio a mancar
    Mas as escadas estão preenchidas de gente 🤣
    Não estou a dizer que ele esteja bem, mas se a sua condição física depende da forma como sobe aquelas escadas, então para o jogo com o Gil vamos ter de recorrer aos juvenis para compor o banco.