O que me parece é que a equipa sentiu o facto de começar a jogar para mais do que uma competição, muitas vezes de três em três dias, após a pausa das seleções. Até aí tivemos sempre só campeonato e as exibições foram boas. Desde o jogo com o Rio Ave, começámos a ter competições intercaladas. E isso, na minha opinião, tem-se sentido. Falta frescura física e mental à equipa, parece-me, o que é determinante para o tipo de jogo que o Farioli quer, que é bastante intenso. O treinador percebeu isso e tem feito a gestão, quer nas escolhas, quer nos próprios jogos. Continuo a dizer: ainda não houve um jogo da LE em que tenhamos jogado no limite das capacidades, há claramente uma intenção de não ir de prego a fundo. Hoje, se o FC Porto tivesse de ganhar, como tinha de ganhar em Moreira de Cónegos, a postura e as opções tinham sido outras, não tenho dúvidas.