Um dia inteiro de directos, análises, opiniões, declarações, alucinações, recordes para, no final, ganhar o gajo que já lá estava e que felizmente os tem enterrado. Se eu não odiasse tanto esta escumalha, até era gajo para me rir deles.
Pior jogo da era Farioli: imensos passes falhados, segundas bolas quase todas perdidas, um Froholdt irreconhecível ao ponto de me pôr a pensar se não estaria a tentar mostrar ao mundo que afinal é humano.
Mas foi uma vitória (e na raça), e é isso que importa. Siga!
Vamos ganhar. Onze contra onze, vamos ganhar. Onze contra as missas, vamos ganhar. Contra a imprensa que mama na boca de tudo o que é de Lisboa, vamos ganhar. Contra a escumalha que nos atira isqueiros para cima e que acabará por passar por entre os pingos da chuva, vamos ganhar. Com mais ou...
Minuto 94. Bola nas costas dos defesas, Mora dá a galgada da vida dele, finta o Rui Silva e chuta para a baliza aberta, dando-nos o golo da vitória neste clássico. Nos festejos, aponta para o símbolo e grita “fico aqui, os mouros que se fodam”.
Cinema.