Quando a segurança social foi criada, na Alemanha no final do sec. XIX (só para alguns trabalhadores) ou no UK a partir da segunda guerra, a esperança média de vida andava pelos 65 anos, e foi por isso que se escolheu essa idade como a da reforma, que os políticos nunca foram tolos.
Em 1950, a maioria dos trabalhadores que lá chegavam gozavam uns 5-10 anos de reforma e depois quinavam. Hoje a esperança de vida anda quase nos 85 anos.
E ainda por cima cometeu-se o erro, no tempo das vacas gordas, de reformar trabalhadores com pouco mais de 50 anos (conheço muitos felizardos desses), que irão ficar 30 anos (!!!) a viver dos descontos de vinte anos de trabalho.
Faz sentido? Absolutamente nenhum.