Agora que o título está praticamente na mão, gostaria que se cumprisse um desejo pessoal: um minuto de silêncio espontâneo no estádio, logo após o apito final, em homenagem do Bicho, que para mim representa tudo aquilo que é ser Porto: trabalho, garra, superação independente do talento, não se esconder da adversidade e, mesmo estando fora do clube, respeitar sempre ao maximo as nossas cores.
Valores que também vejo no Sérgio Conceição e que, não obstante a última imagem que ficou, me fazem adepto deste último como pessoa.
Ser Porto não é ganhar por história, direito, decreto ou sobranceria, mas sempre pelo mérito resultante do trabalho. São os valores de Pedroto, Pinto da Costa (o verdadeiro e não o fantasma da última década) e de jogadores além dos artistas óbvios, como Zaidu, Sapunaru, Moutinho, Fernando Couto, Domingos, Fernando Gomes e tantos outros que fazem parte do nosso panteão.
A todos os portistas, é nossa, é saborosa e é merecida.