Este jogo devia ser no Dragão. Bastava abrir os topos e as bancadas inferiores. E entradas a dois euros para os sócios (só para pagar luz e água dos sanitários).
No golo anulado ao Vitória, o VAR encontrou o off-side que a padreca não queria que existisse. O que ela devia era ter marcado a falta sobre a nossa defesa, evidentíssima, mas à qual fechou os olhos. Para azar, havia fora-de-jogo.
E a locutora incapaz de pôr o tipo no devido lugar. E nem foi capaz de perguntar ao nosso treinador o que achava do penalty roubado, embora este não precisasse que lhe puxassem o tema para falar disso e partir a louça. Mas já se sabe que o homem não parte um prato.
Os equipamentos dos adversários são tão garridos e diferentes, mas nem isso evita a confusão dos nossos rapazes. A ordem parece ser para passar a bola aos vermelhos.