Duarte Gomes sobre o lance de Sudakov em Guimarães:
"Quando perde o domínio inicial da bola, ele tenta recuperá-la com força a mais, mas tem o pé apoiado no chão e não dá o salto. O árbitro decidiu-se pelas indicações que temos a nível internacional: na dúvida, amarelo", começou por dizer o diretor técnico nacional de arbitragem, continuando: "Este é o lance que consideramos no 'borderline', o alaranjado. Tem alguns elementos que podemos considerar para vermelho e outros que não. São os tais critérios e indicações que os árbitros têm. Há muitos anos que os árbitros, para lances cinzentos, têm de seguir um conjunto de indicações para tomarem as melhores decisões. As mais uniformes. A sola do pé vai atingir o jogador numa zona perigosa, mas tem atenuantes para justificar o cartão amarelo, que é, na nossa opinião, o correto."
Reparem nos artifícios discursivos usados, no recurso à subjetividade sempre que é necessário justificar decisões erradas. "borderline", "tem alguns elementos para vermelho e outros não", "critérios e indicações", "alaranjado", "atinge o jogador numa zona perigosa, mas tem atenuantes", por tudo isto "a decisão de mostrar amarelo foi correta.
E é isto o futebol português.
Este tipo não tem a menor credibilidade e é um "cancro" do nosso futebol. Tem de ser exposto, nem que seja no final da época, mesmo que sejamos campeões, é elaborar um dossiê com estes lances e as justificações do Duarte Gomes conforma a cor da camisola. Este tipo tem de ser exposto e varrido do futebol. Ele todos os outros que compõe a arbitragem. O FC Porto tem fazer lobby, até junto de outros clubes, para iniciarem um movimento de tornar independente o órgão que gere a arbitragem e composto por pessoas de fora.