31 e 32 anos deveriam estar no pico de carreira.
Basta ver a idade de Bargallo ou Nolito, por exemplo
Pico de carreira no hóquei pode até ser mais tarde, olhando a rendimento global de atleta. Mas referia mais o perfil e estado fisico que contribuirá para esse rendimento ainda que não o tenha que limitar. E até olhava mais ao lado defensivo.
Acho que depende bastante da genética inata de cada um, mas bastante também no que se quer e trabalha em treino, na vontade e autodeterminação.
Bargalló (antes da lesão) e Romero estão no pico há anos com muito poucos abaixamentos. Fisicamente têm enorme agilidade e disponibilidade para atacar e defender (Bargalló gosta muito menos).
Romero é um touro físico de energia e força em técnica suprema. De uma visão e percepção de elite máxima, cheio de golo. Do melhor que já vi nesse estilo.
Para lá de golos, assistências, curioso ver como o Gonçalo patina, acelera e vai na potência, mesmo no seu biótipo robusto. Precisava talvez de estar mais vezes picado e espicaçado.
É uma pena o Hélder (não sei se tem alguma limitação menor atualmente). Mesmo no seu "corpo inato", como melhor se cuidou e mostrou antes de sair e depois em Barcelona. Perro e preso que está agora. Que inevitavelmente lhe limita a expressão maior da soberba inteligência de jogo que tem. Não é (ainda) só a idade...
É fodida a rotina para estar sempre no top físico.
Não há milagres ao inato mas há o lado trabalhável. Em continuidade...De que a equipa técnica também não está isenta de influência.