Uma coisa que me parece totalmente desprovida de sentido é contar assiduidade quando a pessoa efetivamente não vai, nomeadamente na libertação do lugar anual. Até porque depois cria um problema aritmético: vai contar assiduidade para o detentor do lugar anual (que não foi) e também para quem comprou bilhete para o lugar nesse jogo. Portanto serão 2 pessoas a cumprir o critério de assiduidade a concorrer para um mesmo bilhete num jogo fora futuro.
O mesmo também se aplica nos jogos fora, em que não é necessário efetivamente ir, bastando comprar bilhete para garantir assiduidade. É possível comprar bilhete, retirando com isso a possibilidade de outra pessoa ir, acabar por não ir e no final ter a assiduidade garantida. Ou seja, um não vai mas garante assiduidade, outro até queria ir, mas não consegue e perde assiduidade por isso.
Claro que neste caso, ao contrário do Dragão, controlar a efetiva entrada das pessoas no jogo é muito mais complexo. Mas não deixa de ser algo sem sentido.
E digo isto sem qualquer dor própria, porque estou muito longe de entrar em qualquer critério que seja. Fui apenas a 7 jogos até ao momento.