Volta e meia lá vamos ao tema Conceição e lá tenho de voltar a escrever o mesmo.
O Sérgio Conceição foi tão importante para o FC Porto como qualquer outro profissional decente que se dedicou de corpo em alma em prol do clube. Fosse por amor ao clube ou ao dinheiro. Indiferente. Cumpriu com o que lhe foi pedido e em alguns momentos, num clube que já carecia de liderança, assumiu publicamente a defesa da instituição quando era trabalho que competia a outro.
Isto foi verdade até ao dia que começaram as campanhas para as eleições. A partir desse momento foi tudo o que não se pedia a um profissional do clube.
Assumiu o apoio à Pinto da Costa quando devia ter-se mantido imparcial como qualquer outro profissional.
Renovou contrato com o clube a 2 dias das eleições por 4 anos só para tentar ganhar votos para um candidato e colocando uma dificuldade desnecessária à nova direcção.
Depois de ter saído do clube não teve uma palavra de apaziguamento. Muito pelo contrário. Todas as suas intervenções, de forma directa ou indirecta, foram sempre no sentido de complicar a vida a esta direcção e, consequentemente, ao clube que supostamente ama.
Por muito que nos custe, até porque muitos de nós ganhamos afinidade à pessoa, revelou-se um belo dum filha da puta.
Mas não foi o único. O Pepe também merecia um cachaço naquela careca.