Viver na Tanzânia e acompanhar o FC Porto não é fácil.
Jogos a acabar às 2 da manhã…
No dia seguinte, acordar às 5h30 como se nada fosse.
Ontem foi um desses dias.
Muitos nervos, muita ansiedade…
A minha mulher a perguntar o dia todo: “Estás nervoso?”
E eu: “Não…” — mas por dentro, tudo a mil.
Dormi 3 horas e pouco.
Cansado? Nem por isso.
Quando se sente assim, não é cansaço — é paixão.
Só quero viver tudo. Sentir tudo.
Cada jogo, cada momento, cada emoção.
Porque por ti, meu grande Porto, vou a todo o lado.
A distância não muda nada.
Continuo com o meu lugar anual.
Continuo presente.
Continuo Porto.
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