Vencedor KO GOAT Médio Ofensivo: Deco

Cherife

Bancada central
8 Março 2012
1,537
709
Conquistas
3
  • Madjer
  • Kostadinov
  • Lucho González
Anderson Luís de Souza “Deco” foi o eleito como o melhor médio ofensivo da história do FC Porto pós-65 pelos utilizadores do Portal.

- 229 jogos
- 48 golos
- 117 assistências

- 1 Liga dos Campeões
- 1 Taça UEFA
- 3 Campeonatos Nacionais
- 3 Taças de Portugal
- 2 Supertaças
 
  • Love
Reações: Ivo Gonçalves

juliolopes

Tribuna
29 Julho 2015
3,471
141
Porto
Cherife disse:
Anderson Luís de Souza “Deco” foi o elegido como o melhor médio ofensivo da história do FC Porto pós-65 pelos utilizadores do Portal.

- 229 jogos
- 48 golos
- 117 assistências

- 1 Liga dos Campeões
- 1 Taça UEFA
- 3 Campeonatos Nacionais
- 3 Taças de Portugal
- 2 Supertaças
Por curiosidade, qual é a fonte para o número de assistências?
 

Roberto_FCP

Tribuna Presidencial
9 Março 2012
5,416
3,889
33
É o número 10, finta com os 2 pés, é melhor que o Pelé, é o Deco allez allez.

Mágico. O melhor.
 
  • Like
Reações: Moreira

Cherife

Bancada central
8 Março 2012
1,537
709
Conquistas
3
  • Madjer
  • Kostadinov
  • Lucho González
juliolopes disse:
Por curiosidade, qual é a fonte para o número de assistências?
A fonte sou eu ao longo dos anos, basicamente. Comecei no fim da década de 80 a contabilizar coisas desse género para jogadores do nosso clube. Há uns anos compilei tudo o que tinha, juntado informação de arquivos vídeo, cassetes, artigos antigos etc. Arrependo-me de não ter começado mal comecei a ver jogos do nosso clube. Se assim fosse teria tudo ou quase tudo pelo menos pós 1970. Assim, há muita informação que infelizmente está incompleta e dificilmente será alguma vez completada.
Nota que nas assistências acrescento para além daquilo que é tido como uma assistência normal (um passe para golo ou passe que antecede o golo desde que o marcador do golo não dê um número considerável de dribles antes do remate), penaltis sofridos que resultaram em golo dessa grande penalidade. É sempre algo subjetivo aquilo que se define por assistência. Tenho a certeza que muitos por exemplo não contam por exemplo o passe de Anderson para o Cristiano no golo dele contra nós em 2008 como uma assistência. O golo é do meio-campo por amor de deus. Mas estatisticamente é uma assistência. Para além disso, é complicado avaliar passes que isolam um jogador que, imaginemos, dribla mais dois adversários e depois faz golo. A partir de quantos dribles, ou se quisermos, qual é a extensão que a ação individual do marcador do golo tem que ter para que o passe que o isola seja desconsiderado como assistência? É sempre algo subjetivo.
Para o caso do Deco, o número que tenho é 117. Tenho a certeza que muitos contabilizariam um pouco mais, outros um pouco menos, sobretudo sem os penaltis ganhos, mas é seguro dizer que é uma estimativa muito aproximada (será entre os 110 e os 125) com os penaltis ganhos contabilizados, independentemente do julgamento subjetivo de cada observador.
 

juliolopes

Tribuna
29 Julho 2015
3,471
141
Porto
Cherife disse:
A fonte sou eu ao longo dos anos, basicamente. Comecei no fim da década de 80 a contabilizar coisas desse género para jogadores do nosso clube. Há uns anos compilei tudo o que tinha, juntado informação de arquivos vídeo, cassetes, artigos antigos etc. Arrependo-me de não ter começado mal comecei a ver jogos do nosso clube. Se assim fosse teria tudo ou quase tudo pelo menos pós 1970. Assim, há muita informação que infelizmente está incompleta e dificilmente será alguma vez completada.
Nota que nas assistências acrescento para além daquilo que é tido como uma assistência normal (um passe para golo ou passe que antecede o golo desde que o marcador do golo não dê um número considerável de dribles antes do remate), penaltis sofridos que resultaram em golo dessa grande penalidade. É sempre algo subjetivo aquilo que se define por assistência. Tenho a certeza que muitos por exemplo não contam por exemplo o passe de Anderson para o Cristiano no golo dele contra nós em 2008 como uma assistência. O golo é do meio-campo por amor de deus. Mas estatisticamente é uma assistência. Para além disso, é complicado avaliar passes que isolam um jogador que, imaginemos, dribla mais dois adversários e depois faz golo. A partir de quantos dribles, ou se quisermos, qual é a extensão que a ação individual do marcador do golo tem que ter para que o passe que o isola seja desconsiderado como assistência? É sempre algo subjetivo.
Para o caso do Deco, o número que tenho é 117. Tenho a certeza que muitos contabilizariam um pouco mais, outros um pouco menos, sobretudo sem os penaltis ganhos, mas é seguro dizer que é uma estimativa muito aproximada (será entre os 110 e os 125) com os penaltis ganhos contabilizados, independentemente do julgamento subjetivo de cada observador.
Obrigado.
 

Kandinsky

Tribuna
11 Abril 2016
4,521
3,937
Conquistas
4
  • Taça de Portugal 19/20
  • Deco
  • Campeão Nacional 19/20
  • Jorge Costa
Cherife disse:
A fonte sou eu ao longo dos anos, basicamente. Comecei no fim da década de 80 a contabilizar coisas desse género para jogadores do nosso clube. Há uns anos compilei tudo o que tinha, juntado informação de arquivos vídeo, cassetes, artigos antigos etc. Arrependo-me de não ter começado mal comecei a ver jogos do nosso clube. Se assim fosse teria tudo ou quase tudo pelo menos pós 1970. Assim, há muita informação que infelizmente está incompleta e dificilmente será alguma vez completada.
Nota que nas assistências acrescento para além daquilo que é tido como uma assistência normal (um passe para golo ou passe que antecede o golo desde que o marcador do golo não dê um número considerável de dribles antes do remate), penaltis sofridos que resultaram em golo dessa grande penalidade. É sempre algo subjetivo aquilo que se define por assistência. Tenho a certeza que muitos por exemplo não contam por exemplo o passe de Anderson para o Cristiano no golo dele contra nós em 2008 como uma assistência. O golo é do meio-campo por amor de deus. Mas estatisticamente é uma assistência. Para além disso, é complicado avaliar passes que isolam um jogador que, imaginemos, dribla mais dois adversários e depois faz golo. A partir de quantos dribles, ou se quisermos, qual é a extensão que a ação individual do marcador do golo tem que ter para que o passe que o isola seja desconsiderado como assistência? É sempre algo subjetivo.
Para o caso do Deco, o número que tenho é 117. Tenho a certeza que muitos contabilizariam um pouco mais, outros um pouco menos, sobretudo sem os penaltis ganhos, mas é seguro dizer que é uma estimativa muito aproximada (será entre os 110 e os 125) com os penaltis ganhos contabilizados, independentemente do julgamento subjetivo de cada observador.
Notável, esse é um trabalho fantástico. Muitos parabéns e obrigado por contabilizares esses dados!