Volta a Portugal 2016

Quem ganha a Volta a Portugal 2016?

  • Gustavo Veloso

    Votos: 154 82.8%
  • António carvalho

    Votos: 8 4.3%
  • Jóni Brandão

    Votos: 8 4.3%
  • Rui Sousa

    Votos: 1 0.5%
  • Amaro Antunes

    Votos: 1 0.5%
  • João Benta

    Votos: 0 0.0%
  • Frederico Figueiredo

    Votos: 0 0.0%
  • Hernâni Broco

    Votos: 0 0.0%
  • Alejandro Marque

    Votos: 1 0.5%
  • Ricardo Vilela

    Votos: 1 0.5%
  • Rinaudo Nocentini

    Votos: 0 0.0%
  • Henrique Casimiro

    Votos: 0 0.0%
  • Outro? Diga quem no tópico.

    Votos: 12 6.5%

  • Total de eleitores
    186
Estado
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sinal

Guest
Aqui fica o tópico para discutir a maior prova do ciclismo nacional.

::Etapas::
27 de julho – Prólogo em Oliveira de Azeméis.
28 de julho – 1ª etapa – Ovar – Braga
29 de julho – 2ª etapa – Viana – Fafe
30 de julho – 3ª etapa – Montalegre – Macedo
31 de julho – 4ª etapa – Bragança – Sª da Graça
1 de agosto – 5ª etapa – Lamego – Viseu
2 de agosto – Descanso em Viseu.
3 de agosto – Belmonte – Guarda
4 de agosto – F. Castelo Rodrigo- Castelo Branco
5 de agosto – Nazaré – Arruda dos Vinhos
6 de agosto – Alcácer do Sal – Setúbal
7 de agosto – V. Franca – Lisboa CRI

Não há final na Torre. Quando houverem perfis das etapas, serão adicionados aqui.
 

Pedro R.

Tribuna Presidencial
26 Julho 2015
5,511
3
27
Porto
Tou no tlm não consigo agora colocar aqui mas a etapa que acaba na guarda e passa pela torre já tem perfil. Parece bastante duro. Subida as penhas da saúde descida até seia e escalada até à Torre. Até ao final existem ainda mais 3 cat3 que podem não ser muito duras por si só mas aparecem seguidas e depois de 2 monstros
 

Costa

Bancada central
27 Abril 2015
1,813
34
A não subida à Torre pode até não ser um problema, se o perfil da etapa der para o espetáculo.

Epa, mas a Volta.. Mais do mesmo. Este ano tentaram inovar com o sterrato, mas é preciso muito mais. O traçado é sempre mais ou menos o mesmo.

Há tantas subidas e tantas coisas interessantes aqui pelo norte...
 

jcc21

Arquibancada
6 Dezembro 2015
294
17
Não há final na Torre mas há uma etapa muito dura que passa por lá duas vezes e vai terminar na Guarda. A primeira passagem é via Covilhã e a segunda por Seia sendo que até ao final ainda há mais duas contagens de 3ªcat.

Na minha opinião entre esta etapa dura e aquilo que tem sido a Torre dos últimos anos em que é a única dificuldade da etapa e praticamente só é atacada nos últimos 3km prefiro esta nova versão. É certo que se perde o encanto da chegada em alto mas pelo menos vai obrigar a haver ataques de quem estiver melhor na montanha.

Naturalmente vamos ouvir o choro habitual do Boavista por ser uma volta sem dificuldades para o Rui Sousa e este ano também a Efapel se deve juntar ao coro. No entanto se, como se fala, houver Viso+Sra da Graça, 2 passagens na Torre e ainda uma ou outra surpresa nas etapas de Arruda dos Vinhos e Setúbal diria que temos a volta mais montanhosa dos últimos anos.



 

Pedro R.

Tribuna Presidencial
26 Julho 2015
5,511
3
27
Porto
Costa disse:
A não subida à Torre pode até não ser um problema, se o perfil da etapa der para o espetáculo.

Epa, mas a Volta.. Mais do mesmo. Este ano tentaram inovar com o sterrato, mas é preciso muito mais. O traçado é sempre mais ou menos o mesmo.

Há tantas subidas e tantas coisas interessantes aqui pelo norte...
O problema é haver autarquias que metam dinheiro no ciclismo. As poucas que metem fazem contratos pluri anuais que fazem com que a Volta se torne repetitiva
 

Costa

Bancada central
27 Abril 2015
1,813
34
Pedro R. disse:
O problema é haver autarquias que metam dinheiro no ciclismo. As poucas que metem fazem contratos pluri anuais que fazem com que a Volta se torne repetitiva
É verdade.

Mas a volta precisa de um refresh e um brainstorming. O ciclismo, principalmente no Norte, tem a possibilidade de dar muito € às autarquias. Hoje em dia elas não metem dinheiro, por causa do estigma do Doping e da fraca qualidade apresentada.
 

Pedro R.

Tribuna Presidencial
26 Julho 2015
5,511
3
27
Porto
Veremos o que sai deste percurso. Estou curioso com a etapa de Braga. Se tivesse uma subida na Penha em Guimarães seguido de um circuito em braga com o Sameiro ou a Falperra podia ser uma excelente etapa
 

jcc21

Arquibancada
6 Dezembro 2015
294
17
pedro89 disse:
À partida, menos chegadas em alto favorece o Veloso?
Eu diria que o haver menos chegadas em alto permite que a equipa o consiga defender com mais elementos.

Mesmo aqueles que passam pior nas montanhas podem ser mandados para as fugas para tentar dar a sua ajuda na parte final, teoricamente mais acessível.

No entanto com a alta montanha mais afastada da meta é preciso definir bem quem responde e a quem se responde porque como se espera, e será bom sinal se assim o for, seremos o alvo a abater.

De qualquer das formas só o momento da corrida na altura é que define se favorece ou não.
 

Kena

Arquibancada
30 Julho 2013
311
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Este perfil de etapa para etapa rainha é muito melhor! Se não vemos Sérgios Ribeiros a fazer 6º ou 7º como fez ha 3,4 anos. Além disso beneficia quem tem melhor equipa, e nisso não tenho duvidas que é o Porto
 

Pedro R.

Tribuna Presidencial
26 Julho 2015
5,511
3
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Porto
Foi hoje apresentada a Grandíssima. Tenho de analisar o percurso e as equipas (não sei se já está tudo definido) para ver o que se pode esperar mas confirma-se uma única chegada em alto no Monte Farinha
 

Pedro R.

Tribuna Presidencial
26 Julho 2015
5,511
3
27
Porto
Percurso: Muito sobe e desce, as etapas podem não terminar em alto mas têm muitas dificuldades e se atacadas podem causar muitos danos. Destaque para o início muito duro com muitas etapas melindrosas. Os sprinters terão poucas oportunidades

Prólogo: é muito curto, um aperitivo para o resto

Etapa1: a etapa de Braga ao 2º dia vai ser o primeiro teste aos homens da geral. Duas passagens pelo Sameiro a anteceder a meta no centro da cidade podem causar mossa.

Etapa 2: o percurso tem um miolo interessante com duas PM seguidas, mas o espectáculo fica guardado para o "sterrato" que vai ser uma 2ªcategoria. É uma novidade em Portugal e podemos ver candidatos em dificuldade.

Etapa 3: é uma etapa que vai depender de como vai ser corrida pois pode dar para tudo: fuga, sprint ou um grupo de favoritos. Deve ser das etapas mais bonitas em termos cénicos tem 2 PM de 2ª com o último a 30km da meta

Etapa 4: Senhora da Graça, antecedida pelo Alvão...esta etapa este ano deveria ser mais dura, visto não haver Torre (chegada). Uma subida do Viso ou Campanhó seria interessante. Ainda assim não deixa de estar espectáculo prometido.

Etapa 5: etapa de 153km que tem uns primeiros 100km fantásticos, sobe e desce constante cheio de dificuldades. Finalmente vemos São Macário na Volta mas está demasiado longe da meta para fazer diferenças. Sendo a etapa a seguir ao Monte Farinha deve dar para uma fuga.

Etapa 6: a etapa da Torre que termina na Guarda, muito dura mas fica aquele travo amargo de não terminar no ponto mais alto do continente, mas ainda assim deve haver diferenças significativas pois a chegada à Guarda não é nada fácil

Etapa 7: maior oportunidade para um sprint em massa

Etapa 8: deve ser para sprint também. Montejunto aparece no percurso mas longe da meta, existe uma 3ª categoria no final da etapa que pode dar ideias a um puncheur mas com tão poucas oportunidades para os sprinters deve ser complicado uma escapada

Etapa 9: última oportunidade para os trepadores ganharem algum tempo. A Serra da Arrábida a anteceder Setúbal poderá dar muito espetáculo se alguém quiser ganhar mais margem para o CRI do dia seguinte, fora isso um percurso fácil sem grandes dificuldades.

Etapa 10: CRI longo (32km) plano, mesmo a jeito do Rafa e do Veloso
 

Pedro R.

Tribuna Presidencial
26 Julho 2015
5,511
3
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Porto
Equipas:

Efapel (Portugal)

LA Alumínios / Antarte (Portugal)

Louletano - Hospital de Loulé (Portugal)

Rádio Popular / Boavista (Portugal)

Sporting - Tavira (Portugal)

W52 / Porto (Portugal)

Euskadi Basque Country - Murias (Espanha)

Christina Jewelry Pro Cycling (Alemanha)

Boyacá Raza de Campeones (Colombia)

Lokosphinx (Rússia)

Inteja - MMR Dominican Cycling Team (República Dominicana)

Armee De Terre (França)

Caja Rural - Seguros RGA (Espanha)

Drapac Professional Cycling

Team Roth (Suiça)

Androni Giocattoli - Sidermec (Itália)

Funvic Soul Cycles - Carrefour (Brasil)


O nível este ano parece superior. As equipas nacionais já todos conhecem e sabem as suas potencialidades, bem como a aposta enorme que fazem na Grandíssima por isso vou focar-me nas estrangeiras.

Euskadi Basque Country - Murias (Espanha): equipa basca muito jovem. Tem corredores competitivos que fazem o calendário espanhol e algumas provas no centro da europa. Os bascos são conhecidos pelo valor que têm como trepadores e têm o Bravo Garikoitz (já correu nas nossas estradas) como líder.

Christina Jewelry Pro Cycling (Alemanha): antiga Team Stuttgart que tem vindo cá nos últimos anos, não se espera grande coisa deles, talvez umas fugas. Stefan Schumacher é o chefe de fila, chegou a andar de amarelo no Tour mas como muitos outros meteu-se no que não devia a caiu a pique

Boyacá Raza de Campeones (Colombia): esta equipa é uma incógnita. é uma equipa nova com corredores muito jovens mas de bom valor. Eles têm apostado muito nas corridas sub23 aqui na Europa e pode surgir daqui uma surpresa de mais algum colombiano voador a subir. A região de Boyaca já deu muitos ciclistas de renome como por exemplo...Nairo Quintana que treina lá grande parte do ano

Lokosphinx (Rússia): mais uma equipa que nos habituamos a ver por cá. Mais uma equipa de jovens que são uma incógnita. Shilov tem sido o corredor que mais tem dado nas vistas quando cá passa.

Inteja - MMR Dominican Cycling Team (República Dominicana): equipa dominicana, que tem corrido muito por espanha, dado ter alguns espanhois no plantel, destacando o Fernando Grijalba e o Joaquim Sobriño que já passaram por boas equipas espanholas, mais uma para fazer número em fugas.

Armee De Terre (França): esta é uma equipa curiosa. é a equipa do exército francês. tem tido resultados interessantes no calendário francês e prima pela combatividade, tem alguns corredores que já competiram a um nível superior (extinta Saur-Sojasun p.e). Não vejo ninguém com capacidades para a geral

Caja Rural - Seguros RGA (Espanha): dispensa apresentações a melhor equipa da prova. Contudo, com a Vuelta próxima não deve estar aqui com a melhor equipa.

Drapac Professional Cycling - Pro Continental australiana. Corre maioritariamente no calendário asiático. Tem ciclistas de valor no sprint e no terreno plano. Muito do seu plantel são ciclistas dispensados da Orica. Talvez o Koning possa fazer uma gracinha, ele que esteve bem no Irão

Team Roth (Suiça) - mais uma pro continental recente, que tem como figuras de cartaz o português Bruno Pires e o espanhol David Belda. Um plantel jovem com alguma experiência, maioritariamente suiço e com ciclistas de valor. Podem ter algum destaque por intermédio do Bruno e do Belda

Androni Giocattoli - Sidermec (Itália) - é na minha opinião a par da Caja Rural a formação com mais valor. Tudo irá depender da equipa que cá apresentar. Estou curioso para saber se o jovem Egan Bernal vem cá correr, muita atenção a este miúdo, tem um potencial monstruoso. E depois nomes como Vigano, Chicci, Gavazzi, Pelizotti ou Rudolfo Torres podem sempre acrescentar qualidade ao pelotão

Funvic Soul Cycles - Carrefour (Brasil): Subiram este ano ao escalão Pro-Continental, mas têm um plantel pior que as equipas nacionais. Muitos brasileiros de qualidade dúbia que só vão conseguindo uns resultados nas provas sul americanas. O chefe de fila é o espanhol António Piedra ex-Caja Rural
 

joaoalvercafcp

Tribuna Presidencial
13 Março 2012
21,523
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DRAGÕES ENTRE AS 18 EQUIPAS INSCRITAS NA VOLTA A PORTUGAL

Percurso da edição 2016 da prova foi apresentado esta terça-feira e traz algumas novidades

A 78.ª edição da Volta a Portugal assinala o regresso do FC Porto à prova rainha do calendário nacional, 31 anos depois da última participação. O W52-FC Porto-Porto Canal é uma das 18 equipas inscritas na competição que se disputa entre 27 de julho e 7 de agosto e cujo percurso, num total de 1.618,7 quilómetros, foi apresentado esta terça-feira com muitas alterações em relação aos últimos anos.

Com partida em Oliveira de Azeméis e chegada em Lisboa, a edição deste ano da Volta a Portugal terá 11 dias de competição, uma única chegada em alta montanha, na Senhora da Graça (Mondim de Basto) e a mítica subida da Torre foi reduzida a um mero ponto de (dupla) passagem. Apresenta ainda algumas inovações, com destaque para o “salto” de Fafe, um dos famosos troços do Rali de Portugal, e para o regresso à região Oeste, com a estreia da Nazaré e Arruda dos Vinhos e a passagem na Serra de Montejunto.

As últimas três edições da Volta tiveram como vencedor a W52, a equipa com a qual o FC Porto estabeleceu uma parceria para regressar a uma modalidade com largos pergaminhos no clube.

As etapas da Volta
Prólogo (27/07): Oliveira de Azeméis - Oliveira de Azeméis, 3,6 km (contrarrelógio individual)
1.ª etapa (28/07): Ovar-Braga, 167,4 km
2.ª etapa (29/07): Viana do Castelo-Fafe, 160 km
3.ª etapa (30/07): Montalegre-Macedo de Cavaleiros, 158,9 km
4.ª etapa (31/07): Bragança-Mondim Basto (Senhora da Graça), 191,9 km
5.ª etapa (1/08): Lamego-Viseu, 153,2 km
6.ª etapa (3/08): Belmonte-Guarda, 173,7 km
7.ª etapa (4/08): Figueira de Castelo Rodrigo-Castelo Branco, 182 km
8.ª etapa (5/08): Nazaré – Arruda dos Vinhos, 208,5 km
9.ª etapa (6/08): Alcácer do Sal - Setúbal, 187,5 km
10.ª etapa (7/08): Vila Franca de Xira-Lisboa, 32 km (contrarrelógio individual)
 

jcc21

Arquibancada
6 Dezembro 2015
294
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O Pedro R. já fez dois excelentes resumos do percurso e das equipas. Concordo em certa parte mas tenho opiniões contrárias noutras, portanto aqui fica a minha opinião:

Percurso:
Prologo de abertura que, a não ser que haja chuva, não deve abrir grandes diferenças.
Etapa de Braga. Apesar de duas passagens no Sameiro próximas do final, não vai decidir nada. Alguém que passe mal pode ser surpreendido mas em principio chegará um grupo de algumas dezenas e será para o mais rápido.
2ª etapa. Aqui sim pode haver diferenças. O troço da Lameirinha vai ser atacado e as equipas tentarão proteger os lideres. Etapa ideal para os puncheurs.
3ª etapa. Tem algum sobe e desce mas não deve trazer problemas de maior. Deve dar sprint.
Sra da Graça. Etapa dura mas não tão dura como seria se tivesse o Viso. Ainda assim são quase 200km e se for um dia de calor pode fazer mossa. A decisão passa pela forma como se entrar em Mondim. Se entram juntos, chegam juntos. Este ano, dado não haver Torre, o Boavista ou a Efapel deverão atacar no Alvão.

Etapa de Viseu. Deve dar sprint, tem algumas dificuldades mas longe da meta.
Etapa da Guarda. Dura, dura, dura. Não há plano, ou sobe ou desce. É uma etapa que pode ser decidida pela força do colectivo. Depois das duas passagens na Torre há mais 3 PM de 3ªcat que, dado o que fica para trás, podem fazer diferença. Quem estiver mal nesta etapa perde a volta.

7ª etapa. Sprint.
8ª etapa. Deve dar para uma fuga. Existem algumas dificuldades nos ultimos 70km.
Etapa de Setubal.A Arrábida vai ser atacada e depois do alto é muito rápido até final. Alguém mais cauteloso na descida pode perder alguns segundos. Parece que estou a ver o Joni a lançar-se na roda do Filipe Cardoso para a descida.
CRI. Longo, favorável aos especialistas. Mas no final de uma Volta contam mais as pernas. Quando se vê o Rui Sousa a fazer nos primeiros lugares dos CR dos últimos anos, há que esperar tudo.


Equipas:
Deixando as nacionais para uma antevisão mais próxima da Volta, aqui vai:
Euskadi - Bravo Garikoitz deve ser a aposta. Na geral não deve ter muitas hipóteses mas pode lutar por uma ou outra etapa.
Christina Jewelry - se fizerem alguma coisa de relevo já será uma surpresa. Em principio vêm para fazer número.
Boyaca - Heiner Parra é um bom trepador e já conhece a nossa volta. É penalizado pelo longo CR mas pode fazer top10.
Lokosphinx - Rybalkin venceu a juventude o ano passado. Shilov finaliza bem em etapas duras e há umas quantas a seu jeito.
Inteja-MMR - Grijalba é o mais cotado mas deve ser Diego Milan a mostrar-se mais nas oportunidades que houver para o sprint.
Armee de Terre - não conheço
Caja Rural - Este percurso tem a cara do José Gonçalves. Se vier será um grande candidato mas o mais provável é fazer a Vuelta e por isso falhar a nossa corrida. Ricardo Vilela, Pello Bilbao, Hugh Carthy, Gallego, Pardilla, Prades, um destes deve cá estar e certamente para dar luta.
Drapac - com o Tour do Utah a coincidir nas datas, acho que vamos ter por cá uma equipa de segundo plano para fazer número.
Team Roth - se trouxerem Martin Kohler, Pires e Belda, ciclistas experientes, podem tentar uma gracinha.
Androni - Davide Vigano e Gavazzi serão sempre dos melhores sprinters do pelotão caso estejam na linha de partida. Alguma expectativa para ver se trazem Egan Bernal e ver o que a mini estrela colombiana pode fazer numa volta como a nossa aos 19 anos.
Funvic - Piedra para as fugas e Urtasun, de regresso às estradas portuguesas, no sprint devem ser as apostas.

Em suma, o nível das equipas melhorou, o percurso também tem umas surpresas. Há condições para ser uma grande prova.
 
Estado
Não está aberto para novas respostas.