Acho que nunca teve o reconhecimento justo do percurso que aqui fez.
Tecnicamente fabuloso, versátil, não tremia nos momentos decisivos, e ainda para mais marcou em duas finais europeias.
A juntar a isto, aceitou o papel de 12º jogador em 2004 sem levantar ondas, tanto jogava de início para dar descanso a algum dos habitualmente titulares como quando vinha do banco era sempre para trazer algo positivo ao jogo.