Sim concordo. E João Mário a nivel de extremos é daqueles que deposito mais confiança eventualmente a par de Gonçalo Borges mas este tem de se tornar um pouco menos egoísta. Mas na minha opinião ainda são casos pontuais. Tem de começar aparecer mais jogadores com potencial para estas posições se calhar melhorando a prospecção.Também sei que a nivel de extremos o Porto parte um pouco em desvantagem em relação aos rivais porque muitos dos extremos mais promissores são originários muitas vezes de Países Africanos de origem Portuguesa e como a maior parte vivem na capital automaticamente fica mais fácil para Benfica e Sporting.Sendo assim é uma fazer uma prospecção mais agressiva. Quem fala de extremos fala também de médios mais ofensivos.
Andamos a falar de e-mails.. de toupeiras.. a denunciar essa vergonha e culpamos o presidente?A única culpa que ele tem foi se ter posto a dormir e deixar que os outros controlassem isto tudo!Aqui ele teve culpa.. de resto não há niguem que transmita mais confiança do que ele aos seus atletas!
Aí está... fresquinha...https://www.ojogo.pt/futebol/noticias/interior/sao-19-os-clubes-ja-inscritos-no-campeonato-sub-23-9273821.html
Ontem li na internet, não sei se é verdade, que os sub-15 do Barça recebem entre 3 a 5 mil euros por mês mais alojamento e estudos.Se isto é verdade, ver os nossos juniores a competirem de igual para igual com clubes com esta capacidade enche-me de orgulho.Fomos nos penaltys sim, podemos melhorar claro que sim mas isso não tira mérito à brilhante prestação
FC Porto deixou cartão de visita: sub-19 encantaram Abidal, Mendieta e não sóYouth League Rui Pires, Moreto, Romário, Madi e Diogo Costa foram alguns dos que ficaram na retina dos observadores que marcaram presença na Youth League. O JOGO falou com alguns, entre os quais Abidal e Mendieta.A final-four da Youth League foi uma boa oportunidade para que scouts dos quatro cantos da Europa observassem aquilo que se faz de melhor em termos de formação ao nível de clubes, testando-se uma vez mais várias escolas, desde as versões mais físicas do Chelsea e do Manchester City, às mais tecnicistas do Barcelona e do FC Porto. Foi essencialmente virado para os azuis e brancos que O JOGO foi à procura de perceber quem mais deu nas vistas, batendo a várias portas - a maioria manteve-se para não deixar vazar informação confidencial - até chegar à conversa com Des Taylor, scout do Bournemouth, que aceitou levantar a ponta do véu. "Conhecemos a grande maioria dos jogadores através de observações que já fizemos antes. Mas há dois que se destacaram contra o Chelsea, como o 5 [Justiniano], que é muito bom, e o 8 [Rui Pires], que também é excelente. O Diogo Costa é outro jogador que apreciamos, cometeu um erro no primeiro golo, mas é um guarda-redes que tem uma capacidade tremenda entre os postes e que defende muito bem", destacou. "Os da frente, o 9 [Irala], o 20 [Madi Queta] e o 13 [Romário Baró] assentam muito bem o seu futebol nas qualidades técnicas que têm. Misturam essa capacidade com velocidade, explosão, mudanças de velocidade e dribles, o que se revelou complicado para o Chelsea anular", explicou, apontando características próprias de cada escola que os clubes tentam contrariar para acrescentar nuances de fantasia ao jogo que o futebol britânico, por exemplo, não tem no seu ADN. Para isso, o Chelsea conta no plantel com jogadores como o português nascido em Londres, Marcel Lavinier; o holandês de origem dominicana Familio-Castillo; ou Redan (holandês com origens no Suriname).