Os números continuam a aumentar e os cães a ladrar.
No futuro estes números vão ser quase tão válidos para uma discussão dos maiores goleadores como os números do Pelé em jogos não oficiais. O nível é o mesmo.
São números que vão, evidentemente, levar com um asterisco à frente. Vão sempre ter um "mas".
A discussão dos maiores goleadores deixa de fazer sentido a partir do momento em que um sai para uma liga de décimo nono mundo para poder engordar os números.
Vejam lá se ao Mbappé não lhe dá na cabeça de ir jogar para o Suriname e acabar a carreira com 2000 golos.
A carreira do Cristiano acabou no momento em que assinou contrato com o Al-Nassr. A partir daí, até pode marcar mais 200 penaltis por lá. A verdade é que ninguém quer saber, e não vai acrescer nada ao seu legado.
E isto não é ser "hater", é ser realista. Sou o primeiro a reconhecer que alguém com a sua carreira, merecia um fim muito mais digno e relevante do que ir gritar "siiii" a plenos pulmões frente ao Al Kebab num jogo de pedreiros com 4 pessoas no estádio.