Jogo ideal para perder pontos, o que felizmente não aconteceu.
Equipa fechada lá atrás, redes a perder tempo aos 3' de jogo e um jogo algo lento da nossa parte, parecia uma máquina com a engrenagem por olear.
A segunda parte já foi mais dinâmica, com outro ritmo e mais dominância da nossa parte.
A primeira parte também se deve a alguma falta de inspiração de algumas das nossas peças (Mora, William e Moura), alguns deles algo condicionados fisicamente como o próprio Farioli assumiu no fim de jogo.
De resto, o essencial foi cumprido, vantagem reposta para os verdes e aumentada para os vermelhos.
Janeiro será decisivo com deslocações aos Açores e a Guimarães, e com a receção a um Gil Vicente sempre perigoso (e com taça e Liga Europa pelo meio).
15 vitórias em 16 jornadas é obra tendo em conta o prato de estrume que tivemos no ano passado.