Contexto é a palavra chave para análisar o percurso de André Villas Boas (e já agora o início da caminhada de Pinto da Costa ao leme do clube).
O André encontra num clube praticamente falido, uma equipa profundamente desiquilibrada, um ar de cortar á faca em torno do clube, várias divisões no seio dos adeptos, infraestruturas deixadas praticamente ao abandono, uma relação clube/adeptos que de transparente tinha muito pouco, um marketing inexistente, etc., basicamente um clube parado no tempo á espera de milagreiro que chegasse cá e trouxesse consigo um batelão de dinheiro.
Isto tudo após uma campanha eleitoral miserável por parte da lista do presidente Pinto da Costa, que inventou um sem número de situações apenas e só para manterem o status quo que reinava no clube.
A reestruturação do clube que foi feita era vital para que neste momento tenhamos um clube com pujança, com boa gestão dos seus ativos, das suas infraestruturas, com uma boa relação entre adeptos/clube, uma comunicação moderna, um clube virado para o futuro e não refém dos seus feitos no passado.
O presidente Pinto da Costa também precisou de 3 anos para ganhar alguma coisa, dêem tempo ao tempo e verão que Roma não se fez em dois dias.
Estamos no caminho certo e com certeza absoluta seremos felizes.