Não foi exatamente nessa época que fomos buscar Quintana, Alenitchev, Ibarra (maior compra de sempre à altura) e não fomos ao Jardel porque o mister não quis? Como é que isto foi de aperto financeiro?
E Quintana foi daquelas escolhas de treinador, que queria jogar com não sei quantos trincos.
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Sim nesse ano fizemos essa última aposta de risco e depois tivemos que apertar o cinto para 2002/03, porque já andávamos acima do limite. E sempre que contratávamos antes disso até era com parceiros na maior parte das vezes.
Aquilo foi um all in desgraçado. Mas convém não esquecer que os rivais em 01/02 também investiram muito, o Regime andou nos 4.5 milhões de contos.
O Ibarra custou 950 mil contos, engraçado como até hoje se fala nos valores globais envolvidos na transação de 1,775 milhões de contos que incluíam os encargos salariais, segurança social e comissões de um contrato com quatro temporadas de duração. Mas a diferença é que fomos nós diretamente a assumir todos os encargos, não tivemos parceiro nessa contratação.
E uma curiosidade, dizemos que o Ibarra, é o jogador mais caro de sempre, mas só é verdade se for em escudos porque, no seu tempo, o Jardel custou seis milhões de dólares. Só que fizemos uma parceria com o Josep Maria Minguella, e só mais tarde é que compramos a totalidade dos direitos desportivos do Jardel.
O Pena igual. Custou cinco milhões de dólares (um milhão de contos) mas, mais uma uma parceria e apenas se pagou 500 mil, assumindo a obrigação de adquirir a cada temporada mais uma percentagem até deter a propriedade total do jogador.
O Jardel, no final de Agosto, veio para o Esportiva ganhar 300 mil contos, ele custou 1 milhão de contos e ainda cederam o Mpenza, Horvath e Spehar aos turcos. Eu não sei como iriamos pagar ao Jardel, tendo em conta o que já se tinha gasto, a menos que se tivesse parceiro, provavelmente até teríamos.