Despedidas do mundo dos vivos

Devenish

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11 Outubro 2006
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  • Reinaldo Teles
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Era meu conhecido, morou perto mim durante muitos anos, e na juventude como tinha mais 5 anos que eu não privava muito com ele mas a partir dos meus 18 anos já foi diferente porque embora andássemos em faculdades diferentes existiu convívio em cafés e festas de cursos.
Ao ver agora na internet a foto creio que atual dele mal deu para o reconhecer, estava muito envelhecido - talvez eu também esteja mas o espelho engana-me ou os meus olhos enganam-me.
 

Panda Azul e Branco

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14 Janeiro 2025
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Tínhamos um PR beato, que vetou 4 vezes a morte medicamente assistida (suicídio assistido e eutanásia).
Finalmente, em 2023, lá foi legalizada, apesar do frenesim do Falso das Selfies para impedir esse avanço civilizacional.
Na prática, por causa da falta de regulamentação e de um Tribunal Constitucional cada vez mais à direita, continua tudo na mesma.
Algum português maior de idade, que sofra física e/ou mentalmente de forma insuportável, e queira acabar ou que alguém capacitado para isso acabe com a sua vida, tem de ir à Suíça para terminar com o seu sofrimento.
País atrasado de merda.
 
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DeZ

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9 Março 2012
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  • Artur Jorge
  • Jorge Costa
  • Fernando "Bibota" Gomes
  • Alfredo Quintana
Convinha era dizer porque é que ela pediu para ter este fim.

Perceber quem lhe causou o sofrimento atroz que a levou a tentar por termo à vida pelos próprios meios. E porque é que ela foi posta a viver no meio de animais contra a vontade da família.

O Estado espanhol tem sangue nas mãos. Quanto à Noellia, que descanse em paz. Merecia muito mais.
 

Devenish

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Boriskav Mihaylov, antigo guarda-redes que representou o Belenenses e que fez parte da incrível seleção da Bulgária de 1994, morreu nesta terça-feira aos 63 anos, vítima de sequelas provocadas por um AVC sofrido há alguns meses.

Mihaylov, que foi presidente da Federação Búlgara de Futebol de 2005 a 2023, com várias interrupções e reeleições pelo meio, foi internacional búlgaro em 102 ocasiões e esteve presente em três Mundiais e um Europeu. Em 1994, nos Estados Unidos, era o dono da baliza durante toda a campanha que terminou nas meias-finais e durante a qual a seleção do leste da Europa venceu a Argentina na fase de grupos e a então campeã mundial Alemanha nos quartos de final.

«O nosso capitão, o nosso líder, o nosso amigo deixou-nos. Não consigo parar de chorar. Partiu um grande homem e um grande guarda-redes. Que tristeza», reagiu Hristo Stoichkov, nome maior do futebol da Bulgária e melhor marcador desse Mundial, numa publicação nas redes sociais.

«Agradeço ao destino por ter trazido este grande homem à minha vida. Obrigada, Borislav, por partilhares a tua vida comigo. Sou grata por todos os belos momentos, as palavras, o apoio e o amor que me deste. Eras a minha paz. Um universo desapareceu», escreveu a agora viúva de Mihaylov, Maria Petrova, tricampeã mundial de ginástica rítmica em 1993, 1994 e 1995.
 
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