Em Portugal o último cão a falecer oficialmente de raiva entregou a alma ao criador em 1960. Portanto, parece-me que pelo menos no caso da raiva o risco da doença é muito menor que o da "cura".Cuidado com a raiva.
E nem sequer estou a brincar. A taxa de mortalidade é tipo 100%.
E na prática não posso dizer que me tenha dado muito mal com esta opção. Tive duas gatas que duraram 18 e 16 anos, e só foram vacinadas nos primeiros anos, até eu concluir que era absurdo gastar 140 euros/ano em vacinas pra gato. Depois disso nunca houve mais vacinas para ninguém. Os meus três gatos actuais são de 2018 e vivem praticamente na rua. Não sabem o que é uma vacina e estão todos em óptimo estado, mesmo quando aparecem em casa com um arranhão no focinho, porque o perigo é o preço da liberdade. O meu cão mais velho tem quase treze anos e também anda um bocado pela rua. Deixou de ser vacinado em 2020. Nunca contraiu doença nenhuma nem se envolveu em bulhas. E apesar de já estar meio fraco das pernas traseiras, continua a correr muito mais do que eu.