Tudo depende da proporção.Os prognósticos de mortes em massa foram um bocadinho exagerados, sem dúvida, e eu não conheço pessoalmente ninguém que tenha tomado aquilo e quinado de forma suspeita. O pior que lhes aconteceu foi ficarem várias vezes doentes com covid ou o que seja depois da vacina, ao passo que aqui o fundamentalista anti-vacinas apanha uma constipaçãozita a cada cinco anos.
As reacções adversas foram raras, mas mesmo uma percentagem de 0,001%, num total global de 5 mil milhões de vacinados significa 50 000 vítimas.
É pouco, é muito? Para os que morreram ou ficaram incapacitados, eu diria que é bastante.
Por exemplo, é sete vezes mais provável uma pessoa morrer no próximo ano do que ter uma miocardite (aquilo que nos ia matar a todos) consequência de uma vacina para o covid.