Temos que deixar de conviver com isto. Tenho a sensação que no acesso a todo o lado desde cursos a urgências, a visitas a doentes em hospitais, administração publica, processamento de documentos, tudo basicamente é sujeito a prioridades ocultas e a favores ao dr tal. Cada um de nós tem o dever de não se deixar corromper e quebrar esta corrente. Felizmente o reitor da Universidade do Porto esteve a altura.