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CD Santa Clara 0 |
FC Porto 1 |
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| Jan 04, 2026 at 06:00 PM | |||
Tinha bem mais receio deste jogo que o de Guimarães. Não quer dizer que não vá ser complicado, mas o relvado já é mais à nossa medida e temo-nos dado bem lá. E eles estão muito inconstantes. Perdemos com eles na taça da Merda mas não serve de ponto de comparação.Um bocado merda perder o Pablo para guimaraes
Famosa zika reversaA jogar assim vamos cair com estrondo.
Vem ai uma descida ao inferno.
Ta feito o aviso.
Ok Sonic, cuidado com o Dr. Robotnik entretantoA jogar assim vamos cair com estrondo.
Vem ai uma descida ao inferno.
Ta feito o aviso.
BruxoA jogar assim vamos cair com estrondo.
Vem ai uma descida ao inferno.
Ta feito o aviso.
O relvado pesadissimo, a equipa adversaria a defender com 10 e com o incentivo das maletas, o árbitro com faltinhas e mais faltinhas contra nós, tens de ter tudo isso em conta.A jogar assim vamos cair com estrondo.
Vem ai uma descida ao inferno.
Ta feito o aviso.
Lapidar!Se há algo que estes jogos mostram, é que os problemas ofensivos do FCP não podem ser analisados sem olhar para o outro lado do campo. Vejamos os dados, porque eles dão contexto e ajudam a perceber o que está realmente em causa.
O Santa Clara terminou o jogo com 0,29 de expected goals, o pior registo ofensivo da equipa em toda a época na I Liga.
Esta foi já a 10.ª vez neste campeonato em que um adversário do FC Porto acaba um jogo com menos de 0,5 xG.
Em 17 jogos, o FC Porto sofreu apenas 4 golos. E dois desses golos foram auto-golos.
Isto não é ruído estatístico. É um padrão claro.
É legítimo dizer que, ofensivamente, o Porto nem sempre convence. Há jogos em que a criação é curta, o ritmo é baixo e as oportunidades claras demoram a aparecer. Mas essa dificuldade raramente surge em jogos abertos. Surge quase sempre em contextos muito específicos, com adversários profundamente condicionados, mais preocupados em sobreviver do que em atacar.
E aqui está o ponto central: quem nos limita ofensivamente fá-lo, muitas vezes, à custa de se limitar ainda mais ofensivamente a si próprio.
Para travar o FCP, os adversários baixam linhas, fecham o corredor central, reduzem risco, abdicam de pressionar alto e aceitam ataques longos e previsíveis. O jogo torna-se mais fechado, mais tático e mais dependente do erro. Isso tira fluidez ao nosso ataque, mas seca quase por completo a capacidade ofensiva do outro lado. Os expected goals ajudam precisamente a perceber isto. Não estamos apenas a defender bem. Estamos a retirar qualidade às oportunidades do adversário, a empurrar o jogo para zonas inofensivas e a transformar posse em posse estéril.
No fundo, estes dados mostram que o FCP tem uma base defensiva sólida, consistente e repetível. Pode não ganhar sempre com brilho ofensivo, mas controla o risco, protege a baliza e impede o jogo adversário de existir. E num campeonato decidido pela regularidade, isso raramente é um detalhe.
Parabéns pela excelente análise.Se há algo que estes jogos mostram, é que os problemas ofensivos do FCP não podem ser analisados sem olhar para o outro lado do campo. Vejamos os dados, porque eles dão contexto e ajudam a perceber o que está realmente em causa.
O Santa Clara terminou o jogo com 0,29 de expected goals, o pior registo ofensivo da equipa em toda a época na I Liga.
Esta foi já a 10.ª vez neste campeonato em que um adversário do FC Porto acaba um jogo com menos de 0,5 xG.
Em 17 jogos, o FC Porto sofreu apenas 4 golos. E dois desses golos foram auto-golos.
Isto não é ruído estatístico. É um padrão claro.
É legítimo dizer que, ofensivamente, o Porto nem sempre convence. Há jogos em que a criação é curta, o ritmo é baixo e as oportunidades claras demoram a aparecer. Mas essa dificuldade raramente surge em jogos abertos. Surge quase sempre em contextos muito específicos, com adversários profundamente condicionados, mais preocupados em sobreviver do que em atacar.
E aqui está o ponto central: quem nos limita ofensivamente fá-lo, muitas vezes, à custa de se limitar ainda mais ofensivamente a si próprio.
Para travar o FCP, os adversários baixam linhas, fecham o corredor central, reduzem risco, abdicam de pressionar alto e aceitam ataques longos e previsíveis. O jogo torna-se mais fechado, mais tático e mais dependente do erro. Isso tira fluidez ao nosso ataque, mas seca quase por completo a capacidade ofensiva do outro lado. Os expected goals ajudam precisamente a perceber isto. Não estamos apenas a defender bem. Estamos a retirar qualidade às oportunidades do adversário, a empurrar o jogo para zonas inofensivas e a transformar posse em posse estéril.
No fundo, estes dados mostram que o FCP tem uma base defensiva sólida, consistente e repetível. Pode não ganhar sempre com brilho ofensivo, mas controla o risco, protege a baliza e impede o jogo adversário de existir. E num campeonato decidido pela regularidade, isso raramente é um detalhe.
LolesO relvado pesadissimo, a equipa adversaria a defender com 10 e com o incentivo das maletas, o árbitro com faltinhas e mais faltinhas contra nós, tens de ter tudo isso em conta.
Vai haver muitos jogos daqui prá frente em que vamos jogar muito melhor e vencer com outro desafogo.
LolesOk Sonic, cuidado com o Dr. Robotnik entretanto
Estamos todos, caríssimo
Mas tinhas de limpar um deles (Rosário ou Moura). Os dois ao mesmo tempo é que não. Em Guimarães limpa o Moura, para a receção ao Gil. E ficamos sem jogadores em risco para o clássico com a lagartada.Um bocado merda perder o Pablo para guimaraes
@Tails leva o teu amigo para casa, por amor de DeusA jogar assim vamos cair com estrondo.
Vem ai uma descida ao inferno.
Ta feito o aviso.
Já andas a dizer isso há uns meses Mika. Devemos ter muito bom equilíbrio para andarmos para cair há tanto tempo e ainda não ter acontecido.A jogar assim vamos cair com estrondo.
Vem ai uma descida ao inferno.
Ta feito o aviso.
