O Oskar pode somar minutos em qualquer jogo e poderia inclusive já tê-los tido na quarta-feira. Mas, para já, sua utilização depende muito do momento competitivo da partida. Não creio que o Farioli considere benéfico, nem para a equipa nem para o próprio jogador, lançá-lo em contextos de máxima exigência.
Tendo em conta a posição onde joga, inserido numa ideia de jogo que exige grande rigor defensivo, com responsabilidade no fecho contínuo do corredor esquerdo, controlo da profundidade e equilíbrio nas transições defensivas, faz sentido que a sua integração inicial seja feita em cenários mais controlados. Na minha perspetiva, nesta fase, o Oskar entra sobretudo quando o resultado oferece alguma margem de segurança, assegurando que eventuais falhas no cumprimento das tarefas defensivas não coloquem em causa a estabilidade coletiva.