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Francisco J. Marques, Júlio Magalhães e Diogo Faria acusados de crimes de violação de correspondência

2020-02-28

Redação Portal dos Dragðes

O Ministério Público acusou hoje Francisco J Marques, Diogo Faria e Júlio Magalhães por vários crimes de violação de correspondência.

O director de comunicação do FC Porto foi acusado de seis de violação de correspondência e um crime de acesso indevido (três deles em "concurso aparente" com devassa da vida privada).

A Diogo Faria são imputados dois crimes: um de violação de correspondência e outro de acesso indevido.

Já ao director geral do Porto Canal são imputados três crimes de violação de correspondência (em "concurso aparente" com ilícito de devassa da vida privada).

"Em data que não foi possível concretizar, mas que seguramente é anterior a 4 de abril de 2017, indivíduo não concretamente identificado acedeu, sem qualquer autorização para o efeito, ao sistema informático do "Grupo Sport Lisboa e Benfica" e, em particular, ao correio eletrónico de vários colaboradores daquele grupo, com o domínio "@slbenfica.pt", refere a acusação do MP.

Após obtenção desse acesso, acrescenta do DCIAP, "exfiltrou a correspondência eletrónica integral de vários colaboradores e, na posse da mesma, decidiu partilhá-la com o arguido Francisco J. Marques, atendendo às funções que este exercia e que eram publicamente conhecidas".

Para o efeito, em dia que a investigação não conseguiu apurar, mas anterior a 04 de abril de 2017, "o indivíduo desconhecido criou o endereço eletrónico elements123@tutanota.com", através do qual enviou, pelas 14:47 de 4 de abril de 2017, uma mensagem de correio eletrónico a Francisco J. Marques com o descritivo em "assunto" de: "'briefings' para os comentadores lampiões", acompanhado da mensagem:""Aqui ficam os dois últimos 'briefings' enviados aos comentadores lampiões. Carlos Janela é o autor".

A equipa de acusação do Ministério Público decidiu não acusar os administradores da SAD do FC Porto: Pinto da Costa, Adelino Caldeira, Fernando Gomes, Reinaldo Teles, José Américo Amorim Coelho e Rui Vieira Sá viram os respectivos processos de inquérito arquivados. Rui Cerqueira, funcionário do departamento de comunicação do FC Porto, também não foi acusado.

Recorde-se que este caso já teve também acusação particular por parte da Benfica SAD, através da sua equipa de advogados (Rui Patrício, João Medeiros e Paulo Saragoça da Matta).

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