A minha vontade também era essa mas às vezes o nosso lado de adepto olha para óbvio, pensa que queremos o resultado para ontem mas se pensarmos que num jogo com o tempo chuvoso e vento desgasta muito e será que o Oskar ia fazer tanta diferença a entrar a titular ou fará mais diferença a entrar na segunda com um lateral do Gil estourado e ele fresquinho como uma alface? É engraçado que noutras modalidades vemos essa estratégia do lado físico (frescura) para determinados tempos de jogo ou prova mas no futebol parece que nos sentimos desconfortáveis ao saber que uma estratégia para uma segunda parte implica perder a primeira. Outro exemplo, será que andar uma parte inteira a circular bola e a derreter fisicamente a equipa adversária não seria uma estratégia válida? Hoje menos porque ha 5 subs mas antes podiam ser válido. Muitos treinadores fazem isso quando jogam a meio da semana e a outra equipa teve descanso, colocam os titulares com índices físicos mais baixos no banco e mete os 4 ou 5 na segunda parte para os índices físicos serem iguais e para que consigam fazer a diferença.Bora crl
Só metia o Oskar

