eu percebo a comparação com o ano do trapalhoni, não em termos de resultados nem em termos de números defensivos, porque somos claramente muito mais consistentes em termos defensivos, mas de facto há algumas semelhanças:
- começar a ganhar e o "jogo acabar"
- fraca produção ofensiva
- achar sempre que vamos marcar a qualquer altura mesmo com essa fraca produção ofensiva
Tudo o resto, não tem nada a ver. Sinceramente em 95% dos jogos este ano, ou mais, achei sempre que íamos ganhar, até a 2-0 com o Casa Pia estava a achar que iamos ganhar, porque acho sempre que a equipa em qualquer trapalhice vai marcar não interessa como. Também não me chateia a nossa fraca produção ofensiva (quer dizer, chateia mas é o que é), pois acho que também não temos executantes para mais, principalmente se queremos manter a consistência defensiva. O que me preocupa é que muitas vezes perto do final do jogo acabamos por levar as oportunidades de fazer parar a respiração. Sofremos um pouco no final contra o Nacional, sofremos golo e antes uma grande oportunidade defendida pelo Hjulmand contra o Sporting, temos o lance do Pavilidis contra o Benfica (e isto só falando em casos recentes). E, para uma equipa com tão pouca produção ofensiva, conceder pouco não é suficiente. Não podemos é conceder mesmo nada, senão acontecem jogos como os Casas Pias.