Sem ele não haveria esta cultura de exigência e compromisso com a vitória que hoje, para nós, parece ser e é tão natural.
Ele e o Pedroto...a partir de certa altura deixou de ser sinónimo de derrota o simplesmente passar a ponte em direção a Lisboa. Agora percebo ainda melhor o porquê dos 2 serem os grandes ídolos do meu avô, ele que nasceu em 1925 e sabia muito bem o que era ser portista em tempos de seca.
Só por isso...eterna gratidão. Já não guardo rancor pelos últimos tempos, guardo as mais do que boas memórias e o legado de vitórias que deixou!
Obrigado, Jorge Nuno!