Eu fui um deles.. à pala disso já vou receber menos 20 euros no final do mês pagos pelo AVB..É bom ter calma com o rapaz, houve gente que oq ueria já a titular hoje. Que bonito serviço, treinadores de bancada.
Eu fui um deles.. à pala disso já vou receber menos 20 euros no final do mês pagos pelo AVB..É bom ter calma com o rapaz, houve gente que oq ueria já a titular hoje. Que bonito serviço, treinadores de bancada.
É dificil perceber enfim.Por amor de Deus, assim como não é pelos 20 min que fez em Guimaraes que é craque, também não é porque hoje jogou menos bem que devia tar na b
Porque?Que alucinação!
Não acho que lhe faça bem 10 min por jogo na A. E a B seria bom pra se adaptar ao futebol portugues. William foi igual.Atendendo a todos os jogos em primeira divisao que Tem isso não faria sentido.
Oh Miguel .... o William fez um jogo pela equipa B. Um.Não acho que lhe faça bem 10 min por jogo na A. E a B seria bom pra se adaptar ao futebol portugues. William foi igual.
A dificuldade de compreensão é lixada pra ti lolMiguelice do mês está encontrada.
Mas há outros. Acho que percebeste que não tou a criticar o miúdo certo?Oh Miguel .... o William fez um jogo pela equipa B. Um.
Então dá os exemplos corretos.Mas há outros. Acho que percebeste que não tou a criticar o miúdo certo?
Claro que não entrou mal. Nem entrou bem. Fez uns minutos normais e necessários nesta fase. Claro que se destacou mais em Guimarães porque os momentos do jogo eram completamente diferentes. Até mesmo a ordem do treinador em Guimarães deve ter sido "Temos que ganhar, arrisca , parte tudo" e aqui deve ter sido "Faz o que gostas mas com mais cautela , não pode ser à maluca desta vez"Eu nao acho que tenha entrado mal.
A ideia de que o Oskar devia ir para a equipa B não é uma opinião alternativa é um erro de leitura sobre desenvolvimento de jogadores contexto competitivo e gestão de talento de elite. O Oskar não é um miúdo acabado de sair dos juvenis. Chegou ao Porto depois de já ter sido jogador regular numa equipa principal numa liga profissional, com jogos a sério, pressão real, adversários adultos, impacto objetivo, minutos consistentes, desequilíbrio e tomada de decisão em contexto sénior. Isso coloca-o num patamar de maturação completamente diferente de um jogador que ainda está a dar os primeiros passos fora da formação por mais talento que tenha.Porque?
Tudo dito. Não é difícil de perceber.A ideia de que o Oskar devia ir para a equipa B não é uma opinião alternativa é um erro de leitura sobre desenvolvimento de jogadores contexto competitivo e gestão de talento de elite. O Oskar não é um miúdo acabado de sair dos juvenis. Chegou ao Porto depois de já ter sido jogador regular numa equipa principal numa liga profissional, com jogos a sério, pressão real, adversários adultos, impacto objetivo, minutos consistentes, desequilíbrio e tomada de decisão em contexto sénior. Isso coloca-o num patamar de maturação completamente diferente de um jogador que ainda está a dar os primeiros passos fora da formação por mais talento que tenha.
Mandar um jogador destes para a equipa B não o protege nem o ajuda a crescer. Pelo contrário baixa o nível de estímulo competitivo. Um extremo técnico como o Oskar evolui mais a treinar todos os dias com jogadores de topo a ser exposto a ritmos mais altos a exigência tática superior e a decisões tomadas sob pressão máxima mesmo que isso implique poucos minutos de jogo, como ontem. Quanto aos jogos que fez até agora o contexto importa. No primeiro jogo entra e ganha um penalty decisivo num jogo dificílimo resolvido por um detalhe. No segundo entra a 15 minutos do fim com 3 0 no marcador num temporal onde qualquer jogador técnico sofre mais ainda um adolescente em processo de integração. Julgar um jogador por isso é simplesmente desonesto do ponto de vista futebolístico.
Compará-lo com o Miranda ou o Mide também não sustenta a conclusão. São talentos interessantes sim, mas estão numa fase diferente do percurso. O Oskar já passou pela etapa que eles ainda estão a percorrer. Isso não os diminui nem o engrandece artificialmente mas torna absurda a ideia de os meter todos no mesmo saco competitivo. Isto não é sobre desvalorizar a equipa B nem sobre pressa. É sobre coerência. Um jogador que já provou que consegue competir ao nível sénior deve continuar a ser exposto ao nível sénior com gestão de minutos adaptação progressiva e exigência diária máxima. É assim que se desenvolve talento real e é por isso que a ideia de o mandar para a B não é prudente nem equilibrada. É simplesmente um retrocesso.
O problema é que não vejo o Farioli abticar do Borja e Pepê que num Porto normal eram suplentes.Então dá os exemplos corretos.
Não. Não concordo é com a B. Se tivéssemos extremos bons e em excesso, claro que concordava. Agora não temos. Precisamos rapidamente que este miúdo trabalhe e vá tendo vários minutos para ser uma ajuda.
É uma clara aposta para curto médio prazo. E não para médio longo.
Concordo com a segunda parte. Com a primeira, obviamente que não vai abdicar desses dois nem do William. Nem digo que o Oskar tem que ser titular. Mas vai evoluindo e tendo os seus minutos. Aqui e ali pode começar de inicio sim.O problema é que não vejo o Farioli abticar do Borja e Pepê que num Porto normal eram suplentes.
Primeiro, nunca disse mandar pra B. Disse fazer jogos na B ok. E segundo claro que ele tem de treinar exclusivamente na A óbvioA ideia de que o Oskar devia ir para a equipa B não é uma opinião alternativa é um erro de leitura sobre desenvolvimento de jogadores contexto competitivo e gestão de talento de elite. O Oskar não é um miúdo acabado de sair dos juvenis. Chegou ao Porto depois de já ter sido jogador regular numa equipa principal numa liga profissional, com jogos a sério, pressão real, adversários adultos, impacto objetivo, minutos consistentes, desequilíbrio e tomada de decisão em contexto sénior. Isso coloca-o num patamar de maturação completamente diferente de um jogador que ainda está a dar os primeiros passos fora da formação por mais talento que tenha.
Mandar um jogador destes para a equipa B não o protege nem o ajuda a crescer. Pelo contrário baixa o nível de estímulo competitivo. Um extremo técnico como o Oskar evolui mais a treinar todos os dias com jogadores de topo a ser exposto a ritmos mais altos a exigência tática superior e a decisões tomadas sob pressão máxima mesmo que isso implique poucos minutos de jogo, como ontem. Quanto aos jogos que fez até agora o contexto importa. No primeiro jogo entra e ganha um penalty decisivo num jogo dificílimo resolvido por um detalhe. No segundo entra a 15 minutos do fim com 3 0 no marcador num temporal onde qualquer jogador técnico sofre mais ainda um adolescente em processo de integração. Julgar um jogador por isso é simplesmente desonesto do ponto de vista futebolístico.
Compará-lo com o Miranda ou o Mide também não sustenta a conclusão. São talentos interessantes sim, mas estão numa fase diferente do percurso. O Oskar já passou pela etapa que eles ainda estão a percorrer. Isso não os diminui nem o engrandece artificialmente mas torna absurda a ideia de os meter todos no mesmo saco competitivo. Isto não é sobre desvalorizar a equipa B nem sobre pressa. É sobre coerência. Um jogador que já provou que consegue competir ao nível sénior deve continuar a ser exposto ao nível sénior com gestão de minutos adaptação progressiva e exigência diária máxima. É assim que se desenvolve talento real e é por isso que a ideia de o mandar para a B não é prudente nem equilibrada. É simplesmente um retrocesso.
Mas nao temos de abdicar do Borja ou do Pepê para o Oskar evoluir.O problema é que não vejo o Farioli abticar do Borja e Pepê que num Porto normal eram suplentes.
Se tudo correr normalmente, e por “normalmente” entenda-se não haver lesões, castigos e conseguirmos ficar nos oito primeiros da Liga Europa, imagino que será titular frente ao Rio Ave ou frente ao Arouca.Aqui e ali pode começar de inicio sim.
