O miúdo chega, é lançado às feras em Guimarães, demonstra garra e personalidade, leva a equipa às costa e ganha o jogo. O prémio do Farioli é sujeitar o rapaz a esta subalternidade incompreensível. Imagine-se o moral com que fica o miúdo. Entretanto, lá continuamos nas extremas do campo com o Pepê, o Borja ou o Gul, que são danados para a função. Uma coisa é certa: se o Oskar fica de fora é porque os dois que chegaram de França são melhores e mais produtivos (porque os treinadores sabem tudo e os adeptos que vêem futebol há seis décadas não sabem nada do jogo).
