Tecnologia

Drgon Sky

Bancada central
27 Julho 2015
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Google Glass technology may slow down response time

O Google Glass - oferece muita informação aos usuários em segundos, literalmente na frente de seus olhos. O acesso à informação é fundamental no mundo acelerado de hoje, mas novas pesquisas indicam que a multitarefa necessária para processar informações prontamente disponíveis pode retardar o tempo de resposta do cérebro.

https://www.sciencedaily.com/releases/2016/11/161122124043.htm
 

Drgon Sky

Bancada central
27 Julho 2015
2,342
0
Uma muito má noticia que permite o legitimar da censura sobre publicações ou artigos no Facebook.
São este tipo de coisas que põe em causa a democracia mais parecendo uma ferramenta Nazi, mas disto ninguém se queixa...

Esta nova e ainda secreta ferramenta possibilitará fazer uma triagem antes de os posts serem publicados.
Pode criar-se aqui, um precedente que pode ser usado por governos de outros países para alem do Chinês.

Facebook ensaia ferramenta de censura prévia para o mercado chinês

https://www.publico.pt/2016/11/23/tecnologia/noticia/facebook-ensaia-ferramenta-de-censura-previa-para-o-mercado-chines-1752260
 
A

Apollo

Guest
O Chrome 55 coloca o fim do Flash muito mais perto

O fim do Flash é uma realidade que está cada vez mais perto de acontecer. Os browsers estão a deixar de suportar esta tecnologia e isso leva a que seja menos utilizado.

A Google quer ajudar com a sua contribuição para este fim e, por isso, a mais recente versão do Chrome passou a ter o HTML5 como tecnologia escolhida nos sites, com uma pequena excepção.

A decisão da Google de deixar de suportar o Flash não é recente. Já em Maio deste ano foi tomada a opção de, gradualmente, ir abandonando o suporte desta tecnologia que todos sabem ter sérios problemas de segurança e de desempenho.

Os planos eram claros e vários passos foram já tomados, rumo ao que será o completo abandono do Flash. No Chrome, há duas versões atrás, já o Flash tinha deixado de poder funcionar em fundo, podendo apenas ser usado em conteúdos que fossem visíveis na página.

Esta versão que agora chegou, a 55, traz finalmente uma opção que era esperada. O HTML5 passou a ser a opção que o browser escolhe sempre que chega a um site.

Apenas em situações pontuais essa escolha é alterada. Segundo a Google, quando um site estiver totalmente em Flash, a escolha recairá para o lado mais lógico. Também nos sites de topo da Internet a escolha acabará por cair para o lado do Flash.

Para além da versão para Desktop, o Chrome 55 chegará também nos próximos dias ao Android, com algumas melhorias de fundo. A mais conhecida será a possibilidade de descarregar páginas e outros conteúdos para serem vistos quando o utilizador estiver sem rede.

O Chrome 55 está já a ser enviado para os utilizadores e com ele a Google consegue dar mais um passo firme para o fim do Flash e para a continuação da criação de uma Internet mais ágil e funcional.

https://pplware.sapo.pt/browsers/chrome-55-fim-flash-mais-perto/
 

dragaolux

Tribuna
10 Outubro 2016
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docs.google.com
LIVE: SpaceX Falcon Heavy Demo Launch Test Flight

https://www.youtube.com/watch?v=wbSwFU6tY1c


Foguetão Falcon Heavy parte para o espaço com um Tesla a bordo

O foguetão gigante Falcon Heavy, com o qual a empresa privada SpaceX espera realizar missões para Marte no futuro, vai descolar esta terça-feira no Cabo Canaveral (Flórida), nos Estados Unidos, para uma viagem de teste com um carro a bordo. O presidente da SpaceX, Elon Musk, que também dirige a empresa de automóveis Tesla, confirmou na sua conta no Twitter que “todos os sistemas têm uma luz verde para o lançamento”.

Esta viagem serve para testar se o Falcon Heavy, com 70 metros de altura e capaz de transportar mais de 66 toneladas, pode ser usado para transportar carga para o espaço. Um carro elétrico da Tesla, vermelho, será a carga que o Falcon Heavy deixará numa órbita próxima de Marte se a missão decorrer como planeado.

O último teste antes do lançamento desta terça-feira ocorreu no dia 24 de janeiro, foi bem-sucedido e consistiu na ignição dos 27 motores do foguetão simultaneamente.

Este é um dos lançamentos mais esperados desde as missões Apollo (1961-1972) que levaram o homem para a lua, tanto que os bilhetes foram colocados à venda e são esperadas milhares de pessoas no Cabo Canaveral.

O objetivo da empresa SpaceX é usar o foguetão gigante para transportar satélites mais pesados para o espaço e até, no futuro, seres humanos, graças à sua potência e capacidade apenas superados pela aeronave Saturn V, que atuou nas missões Apollo nas décadas de 60 e 70.

O Falcon Heavy viajará para o espaço a uma velocidade de 11 quilómetros por segundo.(observador)
 

WaywardPines

Tribuna
11 Julho 2016
3,820
5
Espreitei este tópico para ver o que se falava e fiquei surpreso por ver que foi o @sinal que abriu

Espero que esteja tudo bem com ele

Gostava muito de ler as suas intervenções no ciclismo. Aprendi bastante sobre essa modalidade
 
 

André Farinha

Tribuna Presidencial
28 Abril 2018
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Tecnologia criada no Porto calcula fadiga dos condutores analisando os rostos


Investigadores do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC) estão a desenvolver um demonstrador facial que permite extrair informação a partir dos rostos dos condutores, para avaliar o seu estado de fadiga.

O objetivo do Facial Analytics é extrair informação sobre a orientação da cabeça, pontos característicos na face - e valores calculados a partir destes pontos -, batimento cardíaco (obtido pelas variações na cor da pele) e a direção do olhar, avaliando de seguida o estado de fadiga do condutor, disse à Lusa o investigador do INESC TEC Jaime Cardoso, um dos responsáveis pelo projeto.

Segundo indicou, caso existam sensores adicionais nos veículos (no volante ou no assento) que permitam medir a atividade elétrica do coração (eletrocardiograma ou ECG), essa tecnologia pode estar integrada, "para caracterizar com mais robustez o estado de fadiga".

Este tipo de funcionalidades pode ser aplicado em qualquer veículo no futuro, referiu o investigador, salientando que a análise do estado físico do condutor permite aumentar a segurança rodoviária.

"Combinando o reconhecimento do condutor com a análise da fadiga, podemos personalizar e otimizar os algoritmos para cada condutor, particularmente interessante em empresas de transportes em que os condutores trabalham por turnos e o condutor de um dado veículo muda constantemente", explicou o docente da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP).

De acordo com o investigador, a informação visual do condutor é recolhida a partir de um vídeo, capturado através de uma câmara colocada na parte superior do para-brisas. Essa informação é então analisada, automaticamente e em tempo real, pelo demonstrador facial.

Para transformar a informação extraída dos sensores em informação com significado semântico (fadiga, emoção e identidade, por exemplo), os responsáveis utilizam metodologias de inteligência artificial e de 'machine learning' (algoritmos de aprendizagem automática).

Além da análise do estado físico, a equipa trabalha noutras duas linhas de investigação em análise facial: reconhecimento biométrico (potenciando aplicações de controlo de acessos) e análise do estado emocional (com aplicações em sistemas de interação homem-máquina, realidade virtual e impacto de eventos nas audiências, entre outros).

Jaime Cardoso referiu que, embora já exista algum trabalho na análise da fadiga dos condutores, este é ainda embrionário.

Ao associar as informações do ECG (obtida de forma transparente para o condutor, através de um sensor no volante), do vídeo (conseguida de forma não intrusiva) e do próprio veículo (como a evolução da posição angular do volante ao longo do tempo), a equipa espera melhorar todo o processo de avaliação do estado físico do condutor.

Este trabalho, que se encontra numa fase inicial, está a ser realizado em colaboração com a empresa Cardio-ID e inclui os investigadores do INESC TEC Licínio Oliveira (na análise da fadiga), Pedro Ferreira e Filipe Marques (na análise das emoções) e Ana Rebelo.


>>>> https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/tecnologia-criada-no-porto-calcula-fadiga-dos-condutores-analisando-os-rostos
 

André Farinha

Tribuna Presidencial
28 Abril 2018
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Aparelho criado no Porto ajuda piloto a decidir se aterra em caso de passageiro doente


Uma equipa de estudantes do Porto está a desenvolver um aparelho medidor de sinais vitais que visa ajudar pilotos de avião a decidir se devem ou não aterrar de emergência quando um passageiro se sente mal durante um voo.

"Geralmente, em situação de emergência relacionada com a saúde de um passageiro, o comandante do avião não possui muito tempo para discernir sobre se deverá ou não aterrar de emergência, nem para contactar alguém em terra para pedir aconselhamento", disse à agência Lusa Tiago Gonçalves, finalista de Bioengenharia na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP).

Segundo o cofundador do projeto ‘FlySafe’, as aterragens de emergência possuem "consequências muito graves" para o ambiente e para a manutenção do avião, acarretando ainda custos para a companhia aérea.

No sentido de solucionar esse problema, a equipa está a desenvolver um dispositivo móvel que auxilia a uma decisão mais fundamentada sobre a aterragem de emergência.

Esta tecnologia inclui um conjunto de sensores para medir os sinais vitais do passageiro, como a temperatura corporal, a pressão sanguínea, a oximetria (quantidade de oxigénio no sangue) e um eletrocardiograma (ECG).

Além dessas informações, o dispositivo móvel permite o registo de observações por parte do membro da tripulação responsável pela recolha dos sinais vitais, dando origem a um relatório que o sistema envia para um hospital.

No hospital, o médico de serviço analisa o relatório recebido e estabelece contacto com o voo, podendo pedir fotos ou acesso ao vídeo do dispositivo para visualizar o paciente.

O último passo é o contacto entre o médico e o comandante do voo, para que este último decida sobre a necessidade de aterrar de emergência, referiu Tiago Gonçalves.

Nos casos em que essa necessidade se verifica, a interface do sistema estabelece contacto direto com o aeroporto mais próximo, fazendo-se o pedido para a aterragem, acrescentou.

Para uma fase seguinte, a equipa começou a desenvolver uma bracelete para ‘smartwatch’, com vários sensores que medem a temperatura ambiente, a temperatura corporal, a pressão sanguínea, a oximetria e o ECG.

Essas informações são depois enviadas para uma aplicação do ‘smartwatch', onde o utilizador pode consultar os dados, bem como ter acesso a notificações relacionadas com saúde e bem-estar.

No projeto participam ainda Vítor Minhoto, também estudante do mestrado integrado em Bioengenharia, da FEUP, e Abhishek Chatterjee, doutorado em design pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e mentor do projeto.

O ‘FlySafe’ integrou a 3.ª edição do Business Ignition Programme (BIP), programa que decorreu entre fevereiro e abril deste ano, financiado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia e organizado pela U.Porto Inovação, pelo Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental da Universidade do Porto (CIIMAR) e pelo INESC TEC.

O objetivo deste programa passa por auxiliar equipas na estratégia de valorização dos seus projetos de investigação.


>>>>>  https://24.sapo.pt/tecnologia/artigos/aparelho-criado-no-porto-ajuda-piloto-a-decidir-se-aterra-em-caso-de-passageiro-doente
 

André Farinha

Tribuna Presidencial
28 Abril 2018
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5
Instituto do Porto cria solução tecnológica que torna cartão de cidadão mais seguro


O Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC), do Porto, desenvolveu um algoritmo biométrico para ser incorporado nos cartões de cidadão, que guarda e compara informações do titular de forma "mais rápida e segura".

"O cartão de cidadão contém uma parte visível, com toda a identificação civil, e uma componente eletrónica - um chip que engloba os dados biométricos dos titulares, como as impressões digitais, a fotografia e a altura, para além de outras informações, como a morada", disse à agência Lusa a investigadora do INESC TEC Ana Rebelo, uma das responsáveis pelo projeto.

Segundo explicou, essa componente permite que o utilizador do cartão de cidadão faça a sua identificação perante os sistemas informáticos e assine documentos eletrónicos, possibilitando ainda que seja feita a correspondência entre o portador e o titular do cartão de cidadão, através da impressão digital.

Esta tecnologia, continuou a investigadora, desenvolvida pelo INESC TEC a pedido da Imprensa Nacional Casa da Moeda (INCM) - entidade responsável pela produção de documentos de segurança -, já está incorporada nos cartões de cidadão que estão a ser emitidos.

Até ao momento da incorporação desta nova tecnologia, a INCM utilizava nos cartões de cidadão "uma solução de uma empresa que obrigava ao uso de determinados equipamentos proprietários", contou Ana Rebelo.

De forma a "garantir custos mais reduzidos na utilização da funcionalidade do cartão, a INCM precisou de um algoritmo próprio de biometria", uma "solução nacional para a identificação biométrica, através das impressões digitais".

Ana Rebelo acrescentou que esta nova tecnologia, que demorou cerca de dois anos a ser desenvolvida, foi "validada exaustivamente", em conjunto com a INCM, tendo apresentado melhores resultados quando comparada com a solução anterior, tanto ao nível da rapidez como da segurança.

De acordo com a investigadora, o INESC TEC foi escolhido pela INCM para desenvolver esta solução devido ao conhecimento que o instituto detém na área de visão por computador e de engenharia de ‘software', algo "que é já reconhecido internacionalmente, com diversas parcerias e projetos com outras empresas".


>>>>> https://24.sapo.pt/tecnologia/artigos/instituto-do-porto-cria-solucao-tecnologica-que-torna-cartao-de-cidadao-mais-seguro