Tecnologia

MaximusInvictus

Arquibancada
24 Agosto 2015
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EUSSR! E.U  The Ultimate Authoritarian Tyranny?! Espero que Itália dê um estouro no 4TH REICH! Grécia não conseguiu, foi logo estrangulada, U.K já lhes estão a fazer a cama., com a reviravolta da "vendida" Theresa May! Oh Theresa, olha para a Noruega, sua estúpida! Vê como se faz! George Orwell tinha razão. 1984 Is Real! Welcome to The Big Brother!

EU Parliament to Wreck Internet with Copyright Law Reform Article 13 & 11

https://www.youtube.com/watch?v=vpwsGomSTKk

EU Directive SPELLS DISASTER for Internet Freedom


https://www.youtube.com/watch?v=-f17NWEhgwY&t=105s

Já enviei vários e-mails para estes "trafulhas" sobre esta matéria. 

http://www.europarl.europa.eu/meps/pt/search.html?country=PT

E pedi à Julia Reda para não parar de lutar contra esta m****!

https://juliareda.eu/eu-copyright-reform/

O último "tweet" da deputada Julia Reda sobre as "manobras" por trás desta tremenda golpada que vão impingir aos povos europeus, deixa-me ainda mais convicto de que a minha luta contra adesão de Portugal em 1986 à CEE, fez todo o sentido. Era tão óbvio que isto ia virar uma EUSSR! 

https://twitter.com/Senficon/status/1002133998557122560

Tenho que parabenizar a "esquerda.net", por estar do lado correcto neste assunto, do qual muitos outros assuntos discordo. Se fosse a "direita.net" ou "cima/abaixo,net" diria o mesmo.

https://www.esquerda.net/artigo/franca-espanha-e-portugal-querem-maquinas-de-censura-para-conteudos-na-internet/51609

https://www.publico.pt/2018/01/22/tecnologia/noticia/membros-do-parlamento-europeu-comparam-filtros-online-a-maquinas-de-censura-1800332

How the EU's Copyright Reform Threatens Open Source—and How to Fight It

https://www.linuxjournal.com/content/how-eus-copyright-reform-threatens-open-source-and-how-fight-it

Quase não se ouve os MSM e classe política falar sobre um assunto tão "melindroso", como este. Portugal, pois claro está a favor desta pouca vergonha! 20/21 de Junho o "JÚRI" vai votar na matéria. Um silêncio ensurdecedor. Aposto que nem 1% da população europeia está a par desta pouca vergonha!

UE nunca foi a “Europa dos Povos”! O sistema de Bruxelas só conseguiu articular-se como uma burocracia kafkiana, não eleita. Além do mais, os representantes desta Europa sem povo em Bruxelas, são a maior m**** à face da Terra.


THEY LIVE!

 

MaximusInvictus

Arquibancada
24 Agosto 2015
379
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Primeiro foi aplicação desastrosa do GDPR... que para quem vive na "EUSSR" é simplesmente a coisa mais autoritária e confusa da era digital! E agora está a confirmar-se que a "EUSSR" Copyright Law Reform Article 13 & 11, é simplesmente a legislação mais "Orwelliana" de todos os tempos.

Memes 'will be banned' under new EU copyright law...

https://news.sky.com/story/memes-will-be-banned-under-new-eu-copyright-law-warn-campaigners-11398577

EU wants to ban online memes, because why spread humour and joy?

http://www.trustedreviews.com/news/eu-wants-ban-memes-internet-spread-humour-joy-3483221

Update on EU’s Copyright Reform Proposal #DeleteArt13

https://www.youtube.com/watch?v=xwR34cT1grw

EU Directive SPELLS DISASTER for Internet Freedom


https://www.youtube.com/watch?v=-f17NWEhgwY

BBC Reports on Article 13 - The EU Copyright Directive

https://www.youtube.com/watch?v=4Yiny2EePIc





A ironia... Letra profética... Nunca tais palavras fizeram tanto sentido...

https://www.youtube.com/watch?v=TcJ-wNmazHQ
 

xinigami

Arquibancada
13 Junho 2013
233
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Boas pessoal, nao sei se estou no topico certo mas alguem sabe a melhor loja de informatica para montar um computador, na zona de porto ou gaia, obrigado
 

André Farinha

Tribuna Presidencial
28 Abril 2018
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Tecnologia criada no Porto gere redes de água sem usar energia elétrica


Investigadores do Porto estão a desenvolver uma tecnologia para controlar a água em redes de abastecimento e sistemas de rega agrícolas, que não necessita de bateria nem de energia elétrica para funcionar e que permite reduzir os custos associados.

“As soluções atuais de geração de energia em condutas de água não são apropriadas às pressões existentes nas redes de abastecimento de água potável, o que conduz a constrangimentos nesse abastecimento”, disse à Lusa João Ventura, do departamento de Física e Astronomia da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (DFA-FCUP), um dos responsáveis pelo projeto TriboE.

O objetivo deste projeto, explicou, é criar uma turbina triboelétrica de alta eficiência e baixo custo, que será aplicada em sistemas de distribuição de água potável, capaz de gerar energia elétrica a partir de pequenos fluxos de água.

Através desta tecnologia, continuou, será possível gerar a energia necessária para alimentar os dispositivos de sensorização, como é o caso dos sensores presentes em redes de abastecimento de água ou em sistemas de rega agrícolas.

Esta turbina utiliza uma nova tecnologia, baseada no efeito triboelétrico, que, embora “extremamente comum no dia-a-dia, só recentemente tem sido utilizado para gerar energia”, referiu o investigador.

Recorrendo a esse efeito, “consegue-se converter todo o tipo de energia mecânica, devido à sua alta eficiência de conversão (que pode chegar aos 75%), densidade de potência, baixo custo e fácil fabrico”, acrescentou.

Segundo João Ventura, esta tecnologia está a ser desenvolvida com o intuito de aumentar a segurança e o controlo dos sistemas de monitorização de água, tornando-os mais autónomos energeticamente, sem necessidade de recarregar bateria ou levar energia elétrica aos locais onde estão instalados.

“Ao gerar localmente a energia necessária para alimentar sensores, utilizando uma turbina triboelétrica eficiente, a nossa proposta afasta a necessidade de substituição de baterias, permitindo reduzir custos e perdas de água na rede de distribuição”, frisou.

Esta criação, segundo o responsável, resulta do trabalho desenvolvido ao longo do tempo ao nível de tecnologias para recuperação de energia do meio ambiente, que, “há dois anos, passou por um dos seus momentos fulcrais de desenvolvimento”.

A ideia para o TriboE surgiu em 2016, durante a tese de mestrado de Cátia Rodrigues, outro dos elementos da equipa, na qual desenvolveu um protótipo capaz de aproveitar pequenos fluxos de fluidos, como água ou ar, para gerar energia elétrica que pudesse ser utilizada para alimentar sensores.

“Desde essa altura temos continuado a otimizar a tecnologia, de modo a tornar viável a sua demonstração em ambiente real e, possivelmente, a sua comercialização”, contou.

De acordo com João Ventura, este projeto pretende responder às necessidades das empresas de abastecimento e distribuição de água, que procuram otimizar as suas operações e melhorar os serviços prestados.

Neste momento, a equipa está a criar um protótipo para ser colocado em condutas de abastecimento de água potável, para demonstrar a tecnologia em ambiente real, levando, assim, à sua comercialização.

Além de João Ventura e Cátia Rodrigues, colaboram no TriboE o professor André Pereira e a pós-doutorada Mariana Proença, todos pertencentes ao Instituto de Física dos Materiais da Universidade do Porto (IFIMUP) e ao DFA-FCUP.


>>>>>>  https://24.sapo.pt/tecnologia/artigos/tecnologia-criada-no-porto-gere-redes-de-agua-sem-usar-energia-eletrica
 

André Farinha

Tribuna Presidencial
28 Abril 2018
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Aplicações criadas no Porto auxiliam à distância pacientes com doenças crónicas


Investigadores do Porto estão a desenvolver aplicações informáticas que permitam monitorizar, à distância, o processo de doença e o tratamento de pacientes com patologias crónicas, bem como informar os serviços de cuidados de saúde em caso de necessidade.

Através dessas aplicações, será monitorizada a adesão do paciente à terapêutica ao longo do tempo - através do envio de alertas de administração e da sua validação -, os sintomas e as possíveis complicações, bem como outros indicadores de saúde associadas à doença, disse à Lusa Célia Santos, professora da Escola Superior de Enfermagem do Porto (ESEP) e uma das responsáveis pelo projeto.

Os indicadores apresentados pelos utilizadores, continuou, serão associados a três níveis de alerta (verde, amarelo e laranja), mediante os quais serão fornecidas orientações terapêuticas, tudo via 'smarthphone', que poderão ir desde do tipo preventivo ou de tratamento, até à sinalização para serviços especializados, em casos de necessidade.

"Sempre que a situação de saúde exija um cuidado profissionalizado, a pessoa será encaminhada para os serviços de saúde, que podem ser cuidados primários ou diferenciados", frisou.

Com recurso a estas tecnologias, será ainda possível gerar um conjunto de dados clínicos que possibilitem um melhor acompanhamento dos pacientes, bem como promover a comunicação entre os profissionais de saúde e os doentes, acrescentou a investigadora do grupo NursID, do Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (Cintesis).

O objetivo deste projeto, explicou, passa por acompanhar remotamente a pessoa com doença crónica, maximizando a sua perceção de bem-estar e de qualidade de vida, "paralelamente ao adequado tratamento da sua doença".

O processo para utilização destas aplicações inicia com uma consulta de admissão, na qual são recolhidas informações sociodemográficas e de saúde e identificadas escalas relativas à autoeficácia e à qualidade de vida, reaplicadas posteriormente nos diferentes momentos de contacto, no sentido de se perceber a sua evolução.

Segundo Célia Santos, a intenção da equipa é abranger todas as doenças crônicas neste projeto, especialmente as mais prevalentes na nossa sociedade.

Neste momento, enquanto aguardam financiamento, estão a desenvolver dois módulos para as aplicações, um orientado para as pessoas com doença oncológica em tratamento de quimioterapia no domicílio e outro para indivíduos com diabetes mellitus tipo II.

A principal inovação do projeto, considerou a investigadora, é o facto de permitir "o acompanhamento constante e à distância das pessoas que, sendo portadoras de doença, necessitam de um regime terapêutico continuado e com monitorização de saúde que hoje não é possível ser realizado pelos serviços de saúde comunitários".

A pessoa sentir-se-á sempre mais próxima dos profissionais de saúde e incentivada a gerir melhor a sua doença, pois terá uma resposta pronta e adequada às suas necessidades, sem ter de recorrer aos serviços de saúde.

Participam igualmente no projeto os investigadores do Cintesis Carla Sílvia Fernandes e Bruno Magalhães, bem como a Universidade Fernando Pessoa (Porto), a Escola Superior de Saúde de Santa Maria, a Unidade Local de Saúde de Matosinhos, o Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho e a Associação de Enfermagem Oncológica Portuguesa.


>>>> https://24.sapo.pt/tecnologia/artigos/aplicacoes-criadas-no-porto-auxiliam-a-distancia-pacientes-com-doencas-cronicas