Claro! Esse é sem dúvida o caminho. O problema é que isso leva tempo (ainda para mais numa organização que requere consensos alargados para cada decisão). Alguns dos nossos estados membros devem ser facilmente manipulados pela Russia ou EUA. Depois há dependência inevitável nas matérias primas ou know-how de países pouco recomendáveis. Finalmente o outro problema é que as grandes potências não vão assistir a este processo de braços cruzados e farão tudo para que isso não aconteça.
Ou seja, eu concordo contigo e julgo que essa é a direção mas há grandes desafios e uma barreira de tempo ( não vamos a tempo de nos defender no caso fa Gronelandia).
A UE terá de encontrar formas de acelerar decisōes e garantir retorno para os seus investimentos em defesa. Há na Europa um status quo de empresas que dependem de fundos comunitários e que entregam um valor questionável. Em Portugal então as empresas pegam no dinheiro e colam uma camera a um drone.