Não posso escrever o que apetece. Que vá pro….Declarações de merda com ar completamente derrotado e despreocupado.. como se fosse uma merda que é normal acontecer e tal.. foda-se..
Não posso escrever o que apetece. Que vá pro….Declarações de merda com ar completamente derrotado e despreocupado.. como se fosse uma merda que é normal acontecer e tal.. foda-se..

Essee desnorte viu-se contra o benfica e estrela (que são os jogos mais vivos na memória). Nos outros jogos, especialmente quando nao jogou o Eustaquio, a equipa teve bastante mais organizada defensivamente e ofensivamente. Repara que ainda contra o benfica eles levaram 1 amasso de pressão na primeira parte (defensivamente tivemos muito mal).Percebo o teu esforço para seres equilibrado, mas há uma incoerência de base no teu raciocínio.
Estás a identificar erros graves de execução e posicionamento... e depois dizes que não sabes se o problema é do plantel ou do modelo.
Desculpa, mas se os posicionamentos estão errados, se os jogadores não têm perfil para os papéis que lhes são atribuídos, se as dinâmicas falham — então é o modelo que está mal pensado ou mal aplicado.
E quem é responsável por isso? O treinador. Sempre.
O Eustáquio como líbero.
Completamente de acordo: não tem nem físico, nem leitura, nem perfil para aquela função.
Mas não está ali por acidente.
Está ali porque o Anselmi o mete lá semana após semana.
Portanto, não é só um erro pontual — é uma insistência tática sem sentido nenhum.
Isto não é defeito do plantel — é má decisão técnica.
Laterais a construir muito atrás.
Exato. E isso parte diretamente da saída de bola pedida pelo treinador.
É uma construção forçada, que convida o adversário a pressionar alto num contexto em que os nossos centrais e médios não têm sequer qualidade técnica suficiente para sair sob pressão.
Se o modelo não ajusta isto após vários jogos, não é um problema dos jogadores — é do treinador que os está a expor.
“Até acho interessante o posicionamento ofensivo”…
Cuidado. Isso é cair na armadilha da teoria.
O Varela como médio recuado e três médios mais adiantados pode parecer bonito no quadro…
Mas na prática, o que vês?
Equipa desconectada, jogadores longe uns dos outros, ausência total de jogo entre linhas, pressão ineficaz, e extremos/laterais sem coordenação ofensiva.
Depois quando perdes posse, com a equipa partida do campo, vemos as habituais corridas em desespero para defender.
Portanto, se está tudo está muito mal colocado, mal executado e até mal interpretado — o problema não é (só) o plantel.
O problema é que quem está no banco não está a fazer com que o pouco que temos funcione.
Pode não ser maluco mas às vezes parece tolo.O Presidente não é maluco![]()
É mais do que óbvio que a inclusão do Otávio na convocatória tem autorização da direção, basta ver o caso do Wendell e mais recentemente do Djaló.A única explicação que encontro para a convocatória do Otávio é ele ter pedido desculpa ao grupo e o grupo tê-lo perdoado, inclusive o presidente e tudo ficou resolvido internamente. Não acredito que o convocasse sem autorização da direção.
E quicá o Gonçalo Borges será o melhor marcador da Liga EuropaJá disse isto há uns bons tempos e vou voltar a dizer:
Para o ano somos campeões (ou campeones se quiserem) com o Anselmi!
Leram aqui primeiro.
O Porto de Anselmi simplesmente não tem profundidade absolutamente nenhuma, basta ver que o Samu parece um elemento estranho no jogo, o Anselmi no Cruz Azul colocava a bola do guarda redes para a área adversário em meros 7 a 8 toques mas aqui na Europa as equipas são muito mais organizadas e fechadas.O exemplo mais gritante é o Gyokeres - Era o Ruben Amorim e o Rui Borges que trabalhavam muito bem a profundidade, ou basta dar um chutão na frente porque em 10 bolas ele ganha 9? E se tivessem o Samu e o rácio fosse invertido?
É ir buscar o novo sonho molhado de alguns, o cavalo branco das Arábias.Eu despedia ja o Anselmi, ia buscar outro treinador, levavamos na boca no Mundial com estas vedetas e despedia novamente o treinador.
Percebo perfeitamente o que dizes — e tens razão numa coisa: o plantel do FC Porto não é forte, especialmente na linha defensiva e nas alas. Mas a questão de fundo é esta, mesmo com melhores jogadores, o modelo de Anselmi, sem ajustes para a realidade competitva para onde foi transportado, continuará a sofrer defensivamente. E essa não é uma previsão — é histórico.Essee desnorte viu-se contra o benfica e estrela (que são os jogos mais vivos na memória). Nos outros jogos, especialmente quando nao jogou o Eustaquio, a equipa teve bastante mais organizada defensivamente e ofensivamente. Repara que ainda contra o benfica eles levaram 1 amasso de pressão na primeira parte (defensivamente tivemos muito mal).
A verdade é que na defesa as opções em alguns jogos são piores que as do Guimarães. Contra o estrela tivemos Zé Pedro, Eustaquio, Marcano. Será que se tivessemos um Diomande, Huljmand e Inácio veríamos tantos problemas?
Pelo que vi no estrela tendo a concordar contigo: Há problemas tacticos e tenho dúvidas que seja o homem certo. Não sei é se os consigo completamente indissociar da qualidade individual. O exemplo mais gritante é o Gyokeres - Era o Ruben Amorim e o Rui Borges que trabalhavam muito bem a profundidade, ou basta dar um chutão na frente porque em 10 bolas ele ganha 9? E se tivessem o Samu e o rácio fosse invertido? O mesmo para todos os momentos do jogo.. jogamos com o Moura porque é a unica opção ou porque acredita que deve jogar com 1 lateral? E se em vez do Marcano e o Otavio tivemos um central muito bom com bola capaz de fazer correctamente aqueles movimentos ofensivos? E se em vez do Fábio tivermos um Box To Box tipo herrera a varrer o meio campo?
Agora cabe ao AVB que imagino que tenha visto o Anselmi pre porto e tem melhores condições para avaliar. No nosso caso "paralelo" do United, eu não tenho dúvidas que com algumas afinações para o ano vão estar muito mais fortes.
Pelo menos esse já sabe o que é ser a puta do benfica... Era para continuar nos registos desta época.Trazer o Abel Ferreira , trará garra , Português , inconformado por natureza.
Tem tudo para dar certo.
Há coisas tão obvias.
Muito mais importante que qualquer reforço.
É isto!O Anselmi, para mim, está a tentar encaixar uma peça quadrada num buraco redondo.
A ideia até pode ser interessante em teoria ou em contextos específicos.
Mas aqui e agora, no FC Porto, com o plantel atual e num campeonato como o português, esta aposta no líbero está a ser um desastre.
E quando o jogador escolhido é Eustáquio, o erro passa de conceptual para grotesco.
Não é o jogador certo. Não é o contexto certo. Não é o momento certo.
E um treinador que não percebe isso, ou não lê o jogo — ou está agarrado à teimosia.
Exatamente. É isso mesmo, o FC Porto do Anselmi não tem qualquer profundidade real, e isso tem uma explicação clara que está no choque entre o modelo e o contexto.O Porto de Anselmi simplesmente não tem profundidade absolutamente nenhuma, basta ver que o Samu parece um elemento estranho no jogo, o Anselmi no Cruz Azul colocava a bola do guarda redes para a área adversário em meros 7 a 8 toques mas aqui na Europa as equipas são muito mais organizadas e fechadas.
Estás a sugerir/pedir o que não é possível seja para o FCP ou os outros de Lisboa.Trazer o Abel Ferreira , trará garra , Português , inconformado por natureza.
Tem tudo para dar certo.
Há coisas tão obvias.
Muito mais importante que qualquer reforço.
Pois, não vi o Anselmi pré porto. Se foi assim, é assumir o erro e partir para outra.Percebo perfeitamente o que dizes — e tens razão numa coisa: o plantel do FC Porto não é forte, especialmente na linha defensiva e nas alas. Mas a questão de fundo é esta, mesmo com melhores jogadores, o modelo de Anselmi, sem ajustes para a realidade competitva para onde foi transportado, continuará a sofrer defensivamente. E essa não é uma previsão — é histórico.
Se recuares e fores ver os jogos do Cruz Azul, ou até do Independiente del Valle, vais encontrar exatamente os mesmos problemas:
Equipa muito esticada;
Bloco partido na perda de bola;
Centrais deixados em igualdade numérica ou inferioridade;
Falta de cobertura ao corredor central.
A diferença?
É que nessas ligas, o ritmo é mais baixo, a pressão adversária menos intensa e os adversários não aproveitam os erros com tanta eficácia como se aproveita na Europa.
Lá, quando perdes a bola com a equipa desorganizada, a problabidade da jogada morrer é maior.
Cá, leva golo com maior frequência.
O próprio Cruz Azul — com o plantel desenhado pelo Anselmi — foi várias vezes apanhado em contrapé e perdeu jogos exatamente da mesma forma que o FC Porto perde agora. Produzia era ofensivamente mais.
Portanto, o problema não é novo — nem vai desaparecer com mais dois ou três reforços.
É um futebol de risco constante, de jogos em aberto, de dependência total da eficácia lá na frente.
É que na Europa — seja em jogos da Champions ou até contra equipas da nossa liga — este tipo de modelo normalmente não sobrevive.
Porque não basta atacar bem. Tens de defender com critério, proteger a zona central, manter blocos juntos, controlar ritmos.
E até agora, Anselmi não mostrou ter percebido isto.
O que se pede não é que seja campeão com um plantel curto como este.
Pede-se que organize, que reaja, que evolua.
E ao fim de várias semanas limpas para trabalhar… estamos piores do que no início.
Por isso sim, reforços são importantes.
Mas quando o modelo já vem com um buraco de base, tapar com jogadores é só maquilhar o problema.
E esse filme já o vimos algumas vezes.
Mercado melhor para ganhar dinheiro, não mercado melhor para subir na carreira.Estás a sugerir/pedir o que não é possível seja para o FCP ou os outros de Lisboa.
Na situação em que ele está nunca virá para Portugal nos 2 próximos anos vá lá, mesmo que saia do Palmeiras tem mercado melhor por esse mundo.
Agradeço as lições táticas das quais nada percebo. Eu vou só discordar disto, se me é permitido.Percebo perfeitamente o que dizes — e tens razão numa coisa: o plantel do FC Porto não é forte, especialmente na linha defensiva e nas alas. Mas a questão de fundo é esta, mesmo com melhores jogadores, o modelo de Anselmi, sem ajustes para a realidade competitva para onde foi transportado, continuará a sofrer defensivamente. E essa não é uma previsão — é histórico.
Se recuares e fores ver os jogos do Cruz Azul, ou até do Independiente del Valle, vais encontrar exatamente os mesmos problemas:
Equipa muito esticada;
Bloco partido na perda de bola;
Centrais deixados em igualdade numérica ou inferioridade;
Falta de cobertura ao corredor central.
A diferença?
É que nessas ligas, o ritmo é mais baixo, a pressão adversária menos intensa e os adversários não aproveitam os erros com tanta eficácia como se aproveita na Europa.
Lá, quando perdes a bola com a equipa desorganizada, a problabidade da jogada morrer é maior.
Cá, leva golo com maior frequência.
O próprio Cruz Azul — com o plantel desenhado pelo Anselmi — foi várias vezes apanhado em contrapé e perdeu jogos exatamente da mesma forma que o FC Porto perde agora. Produzia era ofensivamente mais.
Portanto, o problema não é novo — nem vai desaparecer com mais dois ou três reforços.
É um futebol de risco constante, de jogos em aberto, de dependência total da eficácia lá na frente.
É que na Europa — seja em jogos da Champions ou até contra equipas da nossa liga — este tipo de modelo normalmente não sobrevive.
Porque não basta atacar bem. Tens de defender com critério, proteger a zona central, manter blocos juntos, controlar ritmos.
E até agora, Anselmi não mostrou ter percebido isto.
O que se pede não é que seja campeão com um plantel curto como este.
Pede-se que organize, que reaja, que evolua.
E ao fim de várias semanas limpas para trabalhar… estamos piores do que no início.
Por isso sim, reforços são importantes.
Mas quando o modelo já vem com um buraco de base, tapar com jogadores é só maquilhar o problema.
E esse filme já o vimos algumas vezes.
