E quicá o Gonçalo Borges será o melhor marcador da Liga EuropaJá disse isto há uns bons tempos e vou voltar a dizer:
Para o ano somos campeões (ou campeones se quiserem) com o Anselmi!
Leram aqui primeiro.
E quicá o Gonçalo Borges será o melhor marcador da Liga EuropaJá disse isto há uns bons tempos e vou voltar a dizer:
Para o ano somos campeões (ou campeones se quiserem) com o Anselmi!
Leram aqui primeiro.
O Porto de Anselmi simplesmente não tem profundidade absolutamente nenhuma, basta ver que o Samu parece um elemento estranho no jogo, o Anselmi no Cruz Azul colocava a bola do guarda redes para a área adversário em meros 7 a 8 toques mas aqui na Europa as equipas são muito mais organizadas e fechadas.O exemplo mais gritante é o Gyokeres - Era o Ruben Amorim e o Rui Borges que trabalhavam muito bem a profundidade, ou basta dar um chutão na frente porque em 10 bolas ele ganha 9? E se tivessem o Samu e o rácio fosse invertido?
É ir buscar o novo sonho molhado de alguns, o cavalo branco das Arábias.Eu despedia ja o Anselmi, ia buscar outro treinador, levavamos na boca no Mundial com estas vedetas e despedia novamente o treinador.
Percebo perfeitamente o que dizes — e tens razão numa coisa: o plantel do FC Porto não é forte, especialmente na linha defensiva e nas alas. Mas a questão de fundo é esta, mesmo com melhores jogadores, o modelo de Anselmi, sem ajustes para a realidade competitva para onde foi transportado, continuará a sofrer defensivamente. E essa não é uma previsão — é histórico.Essee desnorte viu-se contra o benfica e estrela (que são os jogos mais vivos na memória). Nos outros jogos, especialmente quando nao jogou o Eustaquio, a equipa teve bastante mais organizada defensivamente e ofensivamente. Repara que ainda contra o benfica eles levaram 1 amasso de pressão na primeira parte (defensivamente tivemos muito mal).
A verdade é que na defesa as opções em alguns jogos são piores que as do Guimarães. Contra o estrela tivemos Zé Pedro, Eustaquio, Marcano. Será que se tivessemos um Diomande, Huljmand e Inácio veríamos tantos problemas?
Pelo que vi no estrela tendo a concordar contigo: Há problemas tacticos e tenho dúvidas que seja o homem certo. Não sei é se os consigo completamente indissociar da qualidade individual. O exemplo mais gritante é o Gyokeres - Era o Ruben Amorim e o Rui Borges que trabalhavam muito bem a profundidade, ou basta dar um chutão na frente porque em 10 bolas ele ganha 9? E se tivessem o Samu e o rácio fosse invertido? O mesmo para todos os momentos do jogo.. jogamos com o Moura porque é a unica opção ou porque acredita que deve jogar com 1 lateral? E se em vez do Marcano e o Otavio tivemos um central muito bom com bola capaz de fazer correctamente aqueles movimentos ofensivos? E se em vez do Fábio tivermos um Box To Box tipo herrera a varrer o meio campo?
Agora cabe ao AVB que imagino que tenha visto o Anselmi pre porto e tem melhores condições para avaliar. No nosso caso "paralelo" do United, eu não tenho dúvidas que com algumas afinações para o ano vão estar muito mais fortes.
Pelo menos esse já sabe o que é ser a puta do benfica... Era para continuar nos registos desta época.Trazer o Abel Ferreira , trará garra , Português , inconformado por natureza.
Tem tudo para dar certo.
Há coisas tão obvias.
Muito mais importante que qualquer reforço.
É isto!O Anselmi, para mim, está a tentar encaixar uma peça quadrada num buraco redondo.
A ideia até pode ser interessante em teoria ou em contextos específicos.
Mas aqui e agora, no FC Porto, com o plantel atual e num campeonato como o português, esta aposta no líbero está a ser um desastre.
E quando o jogador escolhido é Eustáquio, o erro passa de conceptual para grotesco.
Não é o jogador certo. Não é o contexto certo. Não é o momento certo.
E um treinador que não percebe isso, ou não lê o jogo — ou está agarrado à teimosia.
Exatamente. É isso mesmo, o FC Porto do Anselmi não tem qualquer profundidade real, e isso tem uma explicação clara que está no choque entre o modelo e o contexto.O Porto de Anselmi simplesmente não tem profundidade absolutamente nenhuma, basta ver que o Samu parece um elemento estranho no jogo, o Anselmi no Cruz Azul colocava a bola do guarda redes para a área adversário em meros 7 a 8 toques mas aqui na Europa as equipas são muito mais organizadas e fechadas.
Estás a sugerir/pedir o que não é possível seja para o FCP ou os outros de Lisboa.Trazer o Abel Ferreira , trará garra , Português , inconformado por natureza.
Tem tudo para dar certo.
Há coisas tão obvias.
Muito mais importante que qualquer reforço.
Pois, não vi o Anselmi pré porto. Se foi assim, é assumir o erro e partir para outra.Percebo perfeitamente o que dizes — e tens razão numa coisa: o plantel do FC Porto não é forte, especialmente na linha defensiva e nas alas. Mas a questão de fundo é esta, mesmo com melhores jogadores, o modelo de Anselmi, sem ajustes para a realidade competitva para onde foi transportado, continuará a sofrer defensivamente. E essa não é uma previsão — é histórico.
Se recuares e fores ver os jogos do Cruz Azul, ou até do Independiente del Valle, vais encontrar exatamente os mesmos problemas:
Equipa muito esticada;
Bloco partido na perda de bola;
Centrais deixados em igualdade numérica ou inferioridade;
Falta de cobertura ao corredor central.
A diferença?
É que nessas ligas, o ritmo é mais baixo, a pressão adversária menos intensa e os adversários não aproveitam os erros com tanta eficácia como se aproveita na Europa.
Lá, quando perdes a bola com a equipa desorganizada, a problabidade da jogada morrer é maior.
Cá, leva golo com maior frequência.
O próprio Cruz Azul — com o plantel desenhado pelo Anselmi — foi várias vezes apanhado em contrapé e perdeu jogos exatamente da mesma forma que o FC Porto perde agora. Produzia era ofensivamente mais.
Portanto, o problema não é novo — nem vai desaparecer com mais dois ou três reforços.
É um futebol de risco constante, de jogos em aberto, de dependência total da eficácia lá na frente.
É que na Europa — seja em jogos da Champions ou até contra equipas da nossa liga — este tipo de modelo normalmente não sobrevive.
Porque não basta atacar bem. Tens de defender com critério, proteger a zona central, manter blocos juntos, controlar ritmos.
E até agora, Anselmi não mostrou ter percebido isto.
O que se pede não é que seja campeão com um plantel curto como este.
Pede-se que organize, que reaja, que evolua.
E ao fim de várias semanas limpas para trabalhar… estamos piores do que no início.
Por isso sim, reforços são importantes.
Mas quando o modelo já vem com um buraco de base, tapar com jogadores é só maquilhar o problema.
E esse filme já o vimos algumas vezes.
Mercado melhor para ganhar dinheiro, não mercado melhor para subir na carreira.Estás a sugerir/pedir o que não é possível seja para o FCP ou os outros de Lisboa.
Na situação em que ele está nunca virá para Portugal nos 2 próximos anos vá lá, mesmo que saia do Palmeiras tem mercado melhor por esse mundo.
Agradeço as lições táticas das quais nada percebo. Eu vou só discordar disto, se me é permitido.Percebo perfeitamente o que dizes — e tens razão numa coisa: o plantel do FC Porto não é forte, especialmente na linha defensiva e nas alas. Mas a questão de fundo é esta, mesmo com melhores jogadores, o modelo de Anselmi, sem ajustes para a realidade competitva para onde foi transportado, continuará a sofrer defensivamente. E essa não é uma previsão — é histórico.
Se recuares e fores ver os jogos do Cruz Azul, ou até do Independiente del Valle, vais encontrar exatamente os mesmos problemas:
Equipa muito esticada;
Bloco partido na perda de bola;
Centrais deixados em igualdade numérica ou inferioridade;
Falta de cobertura ao corredor central.
A diferença?
É que nessas ligas, o ritmo é mais baixo, a pressão adversária menos intensa e os adversários não aproveitam os erros com tanta eficácia como se aproveita na Europa.
Lá, quando perdes a bola com a equipa desorganizada, a problabidade da jogada morrer é maior.
Cá, leva golo com maior frequência.
O próprio Cruz Azul — com o plantel desenhado pelo Anselmi — foi várias vezes apanhado em contrapé e perdeu jogos exatamente da mesma forma que o FC Porto perde agora. Produzia era ofensivamente mais.
Portanto, o problema não é novo — nem vai desaparecer com mais dois ou três reforços.
É um futebol de risco constante, de jogos em aberto, de dependência total da eficácia lá na frente.
É que na Europa — seja em jogos da Champions ou até contra equipas da nossa liga — este tipo de modelo normalmente não sobrevive.
Porque não basta atacar bem. Tens de defender com critério, proteger a zona central, manter blocos juntos, controlar ritmos.
E até agora, Anselmi não mostrou ter percebido isto.
O que se pede não é que seja campeão com um plantel curto como este.
Pede-se que organize, que reaja, que evolua.
E ao fim de várias semanas limpas para trabalhar… estamos piores do que no início.
Por isso sim, reforços são importantes.
Mas quando o modelo já vem com um buraco de base, tapar com jogadores é só maquilhar o problema.
E esse filme já o vimos algumas vezes.
Creio que até o George Michael deixava entrar menos bolas que esta equipa do Porto.Cause I gotta have faith
I gotta have faith
Yes, I've gotta have faith, faith, faith
I gotta have faith, faith, faith
O problema não é o Anselmi ser “treinador de autor” — o problema é que está a vender o mesmo jornal em todas as bancas, mesmo quando os leitores mudam e o papel já nem é o mesmo.É isto!
"Treinador de autor" como diz o outro. E quem se lixa à conta disso, somos nós.
Também não temos gajos fortes na pressão para meter na frente....já eu não acho nada interessante esse posicionamento, ainda por cima com 3 princesas no que toca a voltar para marcar (como diz o brasileiro).
se reparares as equipas a jogar a 3 que chegam longe na champions (além de terem italianos na defesa que já nascem a saber marcar) jogam com um meio 2+1 ou 1+2 nas costas dos avançados. inter e atalanta são bom exemplo disso.
o varela, e o eustáquio, o ze, o perez, o marcano, o j mario e o moura apanham constantemente os adversários de frente e em igualdade numérica, ou então as 3 princesas são facilmente ultrapassadas e os de trás levam com uma bola nas costas e chapéu.
é isto todos os jogos.
ainda por cima os nossos alas são débeis a defender (o j mário então) mas mesmo que a linha fosse o p ferreira, r carvalho, pepe, militão e alex sandro suspeito que íamos ter os mesmos problemas.
o meu azar é nunca ter seguido jornalismo e treinar ao mesmo tempo... porque alguém que é treinador e não ver isto.
Apesar de por este catraio de biberão ainda, uma maravilha ler-te. Finalmente alguém assim. Não desapareças.Exatamente. É isso mesmo, o FC Porto do Anselmi não tem qualquer profundidade real, e isso tem uma explicação clara que está no choque entre o modelo e o contexto.
No Cruz Azul, o Anselmi conseguia fazer 7 ou 8 toques ligar o guarda-redes à área adversária como dizes porque
As equipas adversárias davam muito mais espaço entre linhas e nas costas da defesa
A pressão era menos intensa e menos coordenada — havia tempo para pensar e executar
O jogo era muito mais transicional — menos posicional, menos rigor defensivo
E, em muitos casos, os adversários até deixavam jogar
Ou seja, havia terreno para explorar.
Agora, cá na Europa — e em particular em Portugal, onde várias equipas aparecem contra nós defensivamente cínicas e fechadas — não há esse espaço.
As equipas
Jogam com blocos baixos, muito juntos;
Fecham o corredor central com linhas de 5 ou 4+2 muito compactas;
E esperam o erro do FC Porto para sair em transição.
Ou seja: não há profundidade porque ninguém sobe as linhas para dar espaço nas costas.
E sem profundidade, o modelo de jogo baseado em ataques com ligação direta em poucos toques morre.
O Samu parece um elemento estranho exatamente por isso.
Porque é um avançado que precisa de algum espaço nas costas para atacar — e este modelo, neste contexto, não consegue criar essas condições.
Nem há último passe com qualidade, nem há chegada com critério, nem há desorganização adversária que o exponha ao jogo.
E mais: o próprio FC Porto perde tanto tempo na fase inicial da construção (a tal saída a 3+2 com líbero projetado) que, quando chega ao meio-campo adversário, este já está todo montado.
Resultado?
Ataques morrem por fora, cruzamentos sem critério, jogadores sem referências.
Portanto, não é que o modelo de Anselmi nunca tenha funcionado — é que não funciona aqui. Não desta forma.
Porque depende de condições que simplesmente não existem neste campeonato.
E se ele ainda não viu isso…
