O que me parece claro é que o que desbloqueou o processo foi a vontade do jogador. Movido pela falta de titularidade ou pela oportunidad€ ou de tudo um pouco.
O jogador quis sair — o Mendes não aparecia com a proposta se não fosse do interesse do seu cliente –, o FCP disse “Ok, pelo valor acordado por todas as partes como sendo o valor que nós entendemos que nos compensa de forma justa”
Não foi ao contrário, senão teríamos aceite a proposta que recebemos, que o jogador queria ver aceite mas que o Clube entendeu não justificar a saída.
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Não, não...
O que interessa, agora, é passar a narrativa de que o Futebol Clube do Porto, o nosso Presidente e o nosso treinador se quiseram ver livre do Rodrigo Mora...
A claúsula de rescisão nem sequer está ativa...
Vê lá tu, eles tinham tanta, mas tanta vontade, em que o Rodrigo Mora fosse embora, que até rejeitaram uma proposta de 63M por um miúdo que, ao dia de hoje, é suplente...
Claramente que isto é de quem quer despachar o miúdo...